Efeito de diferentes substratos no desenvolvimento inicial de cedro australiano

Autores

  • Patricia Migliorini Universidade Federal de Pelotas/UFPEL
  • Leticia Medeiros Universidade Federal de Pelotas/UFPEL
  • Manoela Andrade Monteiro Universidade Federal de Pelotas/UFPEL
  • Fernanda Cassiane Caratti Universidade Federal de Pelotas/UFPEL
  • Marília Lazarotto Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS
  • Lilian Madruga de Tunes Universidade Federal de Pelotas/UFPEL

Palavras-chave:

vigor, espécie florestal, Toona ciliata, sementes florestais.

Resumo

O cedro australiano (Toona ciliata M. Roem.) é uma espécie da família Meliaceae introduzida no Brasil por apresentar características tecnológicas da madeira excelentes para serraria. Entretanto, apesar de estar há algumas décadas no país, estudos relacionados à produção de mudas ainda são escassos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o vigor de dois lotes de sementes de cedro australiano comercializados e o desenvolvimento inicial de plântulas da espécie em diferentes substratos. Foram utilizados dois lotes de diferentes procedências, Santa Catarina e Bahia e seis substratos, constituindo-se os tratamentos: T1 - substrato comercial Carolina Soil®; T2 - substrato comercial Beifort®; T3 - fibra de coco; T4 – vermiculita média; T5 - casca de arroz in natura e; T6 - casca de arroz carbonizada. Para cada tratamento, foram utilizadas 200 sementes divididas em oito repetições, as quais foram distribuídas em caixas plásticas. O delineamento foi inteiramente casualizado em esquema bifatorial 2 x 6 (lotes x substratos), totalizando 12 tratamentos. As variáveis avaliadas foram: Emergência aos 20 e 40 dias (E20 e E40), Índice de Velocidade de Emergência (IVE), Comprimento total (CT), Comprimento radicular (CR), Comprimento da parte aérea (CA), Número de folhas verdadeiras (NFV) e Massa seca de plântulas (MS). Verificou-se diferença nos lotes de sementes, onde a procedência da Bahia apresentou maior vigor. Entre os substratos, os melhores foram vermiculita e casca de arroz carbonizada os quais proporcionaram maior IVE, E20 e E40, comprimento total de plântulas, massa seca e número de folhas verdadeiras.

Biografia do Autor

Patricia Migliorini, Universidade Federal de Pelotas/UFPEL

Doutoranda da UFPEL em Ciência e Tecnologia de Sementes

Leticia Medeiros, Universidade Federal de Pelotas/UFPEL

Mestranda da UFPEL em Ciência e Tecnologia de Sementes

Manoela Andrade Monteiro, Universidade Federal de Pelotas/UFPEL

Mestranda da UFPEL em Ciência e Tecnologia de Sementes

Fernanda Cassiane Caratti, Universidade Federal de Pelotas/UFPEL

Mestranda da UFPEL em fitossanidade

Marília Lazarotto, Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS

Prof. Dr. Adjunto do Departamento de Horticultura e Silvicultura

Lilian Madruga de Tunes, Universidade Federal de Pelotas/UFPEL

Prof. Dr. Adjunto do PPG em Ciência e Tecnologia de Sementes

Downloads

Publicado

2015-08-13

Edição

Seção

Artigo Completo - Ciência de Plantas e Produtos Derivados