O Processo do Registro do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste do Brasil como Patrimônio Cultural do Brasil

Autores

  • Izabela Brochado Universidade de Brasília - UNB

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034701152016028

Resumo

Este artigo aborda os fundamentos, as diretrizes e os processos do Inventário
do Registro do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste – Mamulengo, Babau, João
Redondo e Cassimiro Coco como Patrimônio Cultural do Brasil. O Inventário foi
realizado nos Estados de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba e no
Distrito Federal durante os anos de 2008 a 2015. Este artigo está baseado no Dossiê do Registro, que é um dos instrumentos exigidos pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para a obtenção do título acima citado.

Palavras-chave: Teatro de bonecos popular do Nordeste. Patrimônio imaterial. Cultura
brasileira.

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Biografia do Autor

Izabela Brochado, Universidade de Brasília - UNB

Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (1982), mestrado em História pela Universidade de Brasília (2001) e doutorado em Drama Studies pelo Trinity College - University of Dublin (2006). É professora adjunto do Departamento de Artes Cênicas, Instituto de Artes da Universidade de Brasília das áreas de Pedagogia do Teatro e Teatro de Formas Animadas. Concentra a sua atuação nos seguintes temas: teatro de bonecos, cultura brasileira, tradição e memória.

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Publicado

2018-03-06

Como Citar

BROCHADO, I. O Processo do Registro do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste do Brasil como Patrimônio Cultural do Brasil. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, Florianópolis, v. 1, n. 15, p. 028-043, 2018. DOI: 10.5965/2595034701152016028. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/moin/article/view/1059652595034701152016028. Acesso em: 1 fev. 2023.