Produção e desempenho agronômico de bananeiras ‘Prata Anã’ e ‘Prata Graúda’ submetidas à irrigação

Autores

  • Elisangela Clarete Camili Universidade Federal de Mato Grosso
  • José Adriano Lima Soares Engenheiro Agrônomo
  • Antonio Renan Berchol da Silva Universidade Federal de Mato Grosso
  • Erval Rafael Damatto Júnior Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
  • Davi José Bungenstab Embrapa Gado de Corte

Palavras-chave:

Musa spp., gotejamento, sequeiro.

Resumo

O uso adequado de sistemas de irrigação com elevada eficiência de aplicação de água pode melhorar o crescimento vegetativo, rendimento, altura de planta, diâmetro do pseudocaule, índice de área foliar e número de folhas em plantas de bananeira. Assim sendo, o presente trabalho comparou a resposta à irrigação por gotejamento de duas cultivares de banana: ‘Prata Anã’ e ‘Prata Graúda’ em suas características vegetativas e produtivas. O ensaio foi conduzido na Estação Experimental da Universidade Católica Dom Bosco em Campo Grande, MS, Brasil, no período de Dezembro de 2005 a Abril de 2007. As características de crescimento avaliadas foram: número de dias do plantio à colheita, do plantio ao florescimento e do florescimento à colheita. As seguintes características de produção foram avaliadas: produtividade; massa dos cachos; número de pencas e de frutos por cacho; massa, comprimento e diâmetro dos frutos da segunda penca. O delineamento experimental foi em blocos casualisados em esquema fatorial 2 x 2 (cultivares x irrigação), com cinco repetições e três plantas úteis por parcela. Os resultados mostraram diferenças significativas entre as cultivares, bem como superioridade no desenvolvimento, produtividade e características vegetativas quando as cultivares foram irrigadas, indicando que o uso de tecnologias estratégicas, como a irrigação, pode potencializar a produção de banana na região central do Mato Grosso do Sul, Brasil.

Biografia do Autor

Elisangela Clarete Camili, Universidade Federal de Mato Grosso

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001), mestrado em Agronomia (Horticultura) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004) e doutorado em Agronomia (Horticultura) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2007). Atualmente é professora adjunta da Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal de Mato Grosso. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Horticultura, atuando no ensino, pesquisa e extensão, principalmente nos seguintes temas: fruticultura, olericultura, floricultura, produção de sementes, fitotecnia e fisiologia vegetal.

José Adriano Lima Soares, Engenheiro Agrônomo

Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Católica Dom Bosco, com experiência na área de fitotecnia, com ênfase em fruticultura.

Antonio Renan Berchol da Silva, Universidade Federal de Mato Grosso

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1996), mestrado em Agronomia (Energia na Agricultura) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2000) e doutorado em Agronomia (Energia na Agricultura) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004). Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso-UFMT, Campus deCuiabá atuando na área de máquinas e mecanização agrícola nos Curso de Agronomia e Zootecnia. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Máquinas Agrícolas, atuando principalmente nos temas relacionados com sistemas de preparo do solo, plantas de cobertura, grandes culturas, semeadoras-adubadoras.

Erval Rafael Damatto Júnior, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001), mestrado em Agronomia (Energia na Agricultura) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005) e doutorado em Horticultura pela Faculdade de Ciências Agronômicas (2008). Atualmente é pesquisador científico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios. Tem experiência na área de Agronomia, atuando principalmente nos seguintes temas: musa sp, adubação orgânica, bananeira, nutrição.

Davi José Bungenstab, Embrapa Gado de Corte

Médico veterinário (UFMS 1994); Especialista em Administração Rural (UFLA 1996); Doutor em Ciências Agrárias (HU-Berlin 2004) título reconhecido também como de Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento (UFPR 2008); Profissional Certificado Internacionalmente em Gestão de Projetos (Project Management Institut-USA 2009); Membro do International Institute of Business Analysis (USA). Três livros e várias publicações na área de produção animal e meio ambiente. Durante o doutorado trabalhou no Parlamento Alemão como assessor do deputado federal Albert Dess na área de política agrícola. Nos últimos anos foi professor da Universidade Católica Dom Bosco-UCDB (2004 a 2007) e Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul-UEMS (2008) nos cursos de Zootecnia, Administração Rural e Medicina Veterinária, além de ter sido colaborar no Mestrado em Desenvolvimento Local e Coordenador Geral do Departamento de Pós-graduação lato sensu da UCDB. Entre janeiro de 2008 e junho de 2010 trabalhou como consultor da Associação Brasileira de Pecuária Orgânica e da empresa alemã BALVI GmbH, na área de sistemas de tecnologia da informação para agropecuária. Em outubro de 2010 assumiu o cargo de Pesquisador da Embrapa Gado de Corte na área de Sustentabilidade e Eficiência Energética de Sistemas, atuando no Grupo de Pesquisa em Sistemas de Produção Sustentáveis, sendo também atualmente Gestor do Núcleo de Apoio à Programação e Articulador Internacional da Embrapa Gado de Corte.

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Publicado

2015-08-21

Edição

Seção

Artigo Completo - Ciência de Plantas e Produtos Derivados