ASPECTOS DE QUALIDADE NA PRODUÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS

Autores

  • Pedro Mellilo de Magalhães

Palavras-chave:

boas práticas agrícolas, plantas medicinais, biodiversidade, sustentável.

Resumo

O que se observa em vários biomas é uma busca, as vezes incompatível, de se encontrar um modelo que vise explorar a biodiversidade em larga escala e de forma sustentável no próprio bioma. Digo incompatível porque uma coisa é explorá-la para a população local, para as comunidades que lá vivem e exploram seus recursos há anos e que não re presentam ameaças à sua conservação; outra, porém, é a exploração para atender demandas em escala Nacional ou até Internacional. Nesta última, explorar a biodiversidade em seu ambiente é quase sempre não sustentável e o cultivo e os planos de manejo são assim recomendados. O uso da biodiversidade tem portanto uma componente fundamental no que se refere ao tamanho da atividade. Na medida em que o Ministério da Saúde implanta uma Política Nacional de Práticas Integrativas e Comple mentares, incluindo a fitoterapia e visando medicamentos no Sistema Único de Saúde-SUS, o cenário muda completamente. A biodiversidade passa a ter endereço! A escala é potencialmente grande e necessita sistemas produtivos os quais, além de fornecerem matéria prima homogênea e de melhor qualidade, contribuem para a preservação das espécies envolvidas, uma vez que evitam o extrativismo. Esse tema tem desdobramentos interessantes e pega em cheio as espécies mais estudadas dando-lhes grande impulso para sua utilização. Afinal, agora mais do que nunca a população espera ter tais produ tos disponíveis no SUS. Neste contexto vamos realçar os procedimentos de qualidade que permeiam toda a cadeia produtiva agrícola dessa matéria prima destinada a fitomedicamentos.

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Como Citar

MAGALHÃES, P. M. de. ASPECTOS DE QUALIDADE NA PRODUÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS. Revista de Ciências Agroveterinárias, Lages, v. 5, n. 3, p. 9-16, 2014. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/5582. Acesso em: 17 jan. 2022.