O Conceito Schenkeriano de “Organicidade” e a Sonata K533 de Mozart

Guilherme Sauerbronn de Barros, Cristina Capparelli Gerling

Resumo


A obra de Schenker convida a uma reflexão histórica sobre o apogeu do pensamento tonal e sua relação com as técnicas de contraponto. Embora prioritariamente associado ao pensamento harmônico funcional, o repertório tonal requer para sua interpretação uma compreensão dos processos contrapontísticos empregados para apresentar, manter e resolver as dissonâncias em vários níveis. Portanto, desconsiderar o contraponto presente nas obras do alto classicismo significa traduzir uma língua sem o conhecimento dos códigos apropriados e pode acarretar a perda da vitalidade original, improvisatória, deste repertório. Os artigos que examinaremos a seguir fazem parte do segundo volume do anuário Das Meisterwerk in der Musik, (1926) e serão acompanhados de uma reflexão histórica sobre a sonata K533 de Mozart.

Palavras-chave


Schenker; Análise musical; fuga e sonata

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DOI: https://doi.org/10.5965/1808312902042007491



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