Duas vezes uma mulher só

Autores

  • Maria Brigida de Miranda Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573101122009125

Resumo

Este artigo analisa dois espetáculos distintos, realizados por grupos teatrais de Santa Catarina a partir da peça teatral Una Donna Sola,  um dos monólogos que compõe Tutta  casa, letto  e chiesa  (1977), de Franca Rame e Dario Fo. O texto de Rame e Fo pode ser visto como um representante do teatro político, mais especificamente do teatro feminista nos anos 1970. Ao abordar assuntos como violência doméstica e a falta de poder e agência das mulheres italianas o texto reflete não apenas as tendências da segunda onda do movimento feminista, mas também a luta de Rame e Fo para darem visibilidade à violência de uma sociedade patriarcal e um governo conservador.

Biografia do Autor

Maria Brigida de Miranda, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

Ph.D. em Teatro (La Trobe University/ Austrália), Master of Arts in Theatre Practice (University of Exeter/Inglaterra), Graduada em  (cont.) Educação Artística (UnB). Professora Assistente do Curso de teatro do CEART/UDESC, atuando no PPGT - Grupo Linguagens Cênicas, Corpo e Subjetividade, na área de teatro feminista e gênero. É atriz e diretora teatral.

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Publicado

2018-09-27

Como Citar

MIRANDA, M. B. de. Duas vezes uma mulher só. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 12, p. 125-132, 2018. DOI: 10.5965/1414573101122009125. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573101122009125. Acesso em: 24 out. 2021.