The realization of the Plurinational State of Bolivia: the indeterminate and the subversive beyond the State and the international repercussion
DOI:
https://doi.org/10.5965/2175180317462025e0103Keywords:
Plurinational State, history of Bolivia, social movements, intellectualsAbstract
This article presents a historical perspective on the creation of the Plurinational State of Bolivia in 2009. It takes advantage of the “social alternative” meaning of such an achievement in the international repercussion to make considerations about the Bolivian historical imagination at the turn of the last century. The following question guides the text’s reflections: Was Bolivia destined to become a Plurinational State because it has an indigenous population? Seeking to avoid determinism, the article focuses on the contingencies and uncertain bets of subjects and collectives who knew how to negotiate with hegemonies and agree on agreements and actions within a political vocabulary common to modern states. It presents and offers interpretations of the theories and concepts proposed by intellectuals, as well as the subversions and impasses of the demands of social movements and other political organizations.
Downloads
References
ARGUEDAS DÍAZ, Alcides. Historia general de Bolivia: (el proceso de la nacionalidad): 1809-1921. La Paz: Ediciones “Puerta del Sol”, 1967.
BESANCENOT, Olivier; LÖWY, Michael. Afinidades revolucionárias: nossas estrelas vermelhas e negras. Por uma solidariedade entre marxistas e libertários. São Paulo: Editora Unesp, 2016.
BIZARRIA, Maria Teresa Braga. Bem-viver (Suma Qamaña) e o neoextrativismo na Bolívia: o caso TIPNIS. 118 f. Dissertação (Mestrado em Relações Internacionais) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, 2013.
BOLIVIA. Nueva Constitución Política del Estado de 2009. La Paz: Estado Plurinacional de Bolivia, 2009.
CAMARGO, Alfredo José Cavalcanti Jordão de. Bolívia - a criação de um novo país: a ascensão do poder político autóctone das civilizações pré-colombianas à Evo Morales. Brasília, DF: Ministério das Relações Exteriores, 2006.
CANCLINI, Néstor García. Latino-americanos à procura de um lugar neste século. São Paulo: Iluminuras, 2008.
CHOQUEHUANCA TURPO, Aureliano. Estado plurinacional: reto del siglo XXI. camino hacia la Asamblea Constituyente. Propuesta política kecha tawantinsuyana. La Paz: Plural editores, 2006.
CUNHA, Manuela Carneiro da. Conhecimento, cultura e “cultura.” In: CUNHA, Manuela Carneiro da. Cultura com aspas e outros ensaios. São Paulo: Ubu Editora, 2017. p. 266-370.
CUNHA FILHO, Clayton Mendonça. A construção do horizonte plurinacional: liberalismo, indianismo e nacional-popular na formação do Estado boliviano. 312 f. Tese (Doutorado em Ciência Política) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, 2015.
FORNILLO, Bruno. Intelectuales y política en la “Era Katarista”. In: SVAMPA, Maristella; STEFANONI, Pablo; FORNILLO, Bruno (org.). Debatir Bolivia: perspectivas de un proyecto de descolonización. Buenos Aires: Taurus, 2010. p. 61-96.
FUSARO, Diego et al. Pensando el mundo desde Bolivia: IV Ciclo de Seminarios Internacionales. La Paz: Vicepresidencia del Estado Plurinacional de Bolivia, 2019.
GARCÍA LINERA, Álvaro. La potencia plebeya: acción colectiva e identidades indígenas, obreras y populares en Bolivia. Buenos Aires: Prometeo Libros, 2008.
GARCÍA LINERA, Álvaro et al. Las vías abiertas de América Latina: siete ensayos en busca de una respuesta: ¿fin de ciclo o repliegue temporal?. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Editorial Octubre, 2016.
GONÇALVES, Rodrigo Santaella. Intelectuais em movimento: o Grupo Comuna na construção hegemônica antineoliberal na Bolívia. 243 f. Dissertação (Mestrado em Ciência Polícia) – Universidade de Campinas (UNICAMP), Campinas, 2013.
GONÇALVES, Rodrigo Santaella. Transformações no bloco nacional-popular e novas formas organizativas na Bolívia: interpretações do Grupo Comuna. In: A Bolívia no século XXI: estado plurinacional, mudança de elites e plurinacionalismo. Curitiba: Appris, 2016. p. 95-124.
GUTIÉRREZ AGUILAR, Raquel. Los ritmos del Pachakuti. La Paz: Textos Rebeldes, 2008.
HARTOG, François. Regimes de historicidade: presentismo e experiências do tempo. Belo Horizonte: Autêntica Editora. 2013.
IAMAMOTO, Sue Angélica Serra. O nacionalismo boliviano em tempos de plurinacionalidade: revoltas antineoliberais e constituinte (2000-2009). 165 f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) – Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, 2008.
KOMADINA, Jorge. Transformaciones sociales y nuevos sentidos de pertenencia en Bolivia. In: MODELOS DE IDENTIDAD Y SENTIDOS DE PERTENENCIA EN PERÚ Y BOLIVIA. [S. l.: s. n.], 2001.
KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006.
LACERDA, Rosane Freire. “Volveré, y seré millones”: contribuições descoloniais dos movimentos indígenas latino-americanos para a superação do mito do Estado-Nação. 491 f. Tese (Doutorado em Direito) – Universidade de Brasília (UNB), Brasília, DF, 2014.
MARIÁTEGUI, José Carlos. Sete ensaios de interpretação da realidade peruana. São Paulo: Expressão Popular: CLACSO, 2010.
MATA, Janaina Ferreira da. “Nunca mais a Bolívia sem os povos indígenas”: a trajetória do Estado-nação ao Estado Plurinacional. 197 f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, 2016.
MENDONZA LOZA, Gunnar. Problemas fundamentales de la historiografia y del historiógrafo. In: RIVERA CUSICANQUI, Silvia (org.). Antología del pensamiento critico boliviano. Buenos Aires: CLACSO, 2015. p. 43-64.
MESA GISBERT, Carlos. Presidentes de Bolivia: entre rupturas y fusiles. La Paz: Gisbert, 2003.
MONTENEGRO QUIROGA, Carlos. Nacionalismo y coloniaje: su expresión histórica en la prensa de Bolivia. La Paz: Libreria Editorial “Juventud”, 1982.
NICOLAS, Vincent; QUISBERT, Pablo. Pachakuti: el retorno de la nación: estudio comparativo del imaginário de nación de la Revolución Nacional y del Estado Plurinacional. La Paz: Fundación PIEB, 2014.
NUÑEZ DEL PRADO, José. Utopía indígena truncada: proyectos y praxis de poder indígena en Bolivia Plurinacional. [S. l.]: CIDES-UMSA, 2015.
OLIVÉ, León et al. Pluralismo epistemológico. Bolivia: Muela del Diablo Editores, CIDES-UMSA: CLACSO, Comuna, 2009.
OLIVEIRA, Pedro Rocha de. Discurso filosófico da acumulação primitiva: estudo sobre as origens do pensamento moderno. São Paulo: Elefante, 2024.
PEREIRA, Mateus Henrique de Faria; MATA, Sérgio da. Transformações da experiência do tempo e pluralização do presente. In: VARELLA, Flávia Florentino (org.). Tempo presente e usos do passado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2012. p. 9-30.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. Utopia Andina: socialismo e historiografia em Alberto Flores Galindo. São Paulo: Annablume, 2013.
PNUD-BOLIVIA. Informe nacional sobre desarrollo humano 2007: el estado del Estado en Bolivia. Bolívia: Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo, 2007.
PRADA ALCOREZA, Raúl. Estado plurinacional comunitario autonómico y pluralismo jurídico. In: SANTOS, Boaventura de Sousa; EXENI RODRÍGUEZ, José Luis (org.). Justicia indígena, plurinacionalidad e interculturalidad en Bolivia. 2. ed. Quito: Fundación Rosa Luxemburgo, 2013. p. 407-444.
PRADA ALCOREZA, Raúl. Subversiones indígenas. La Paz: Muela del Diablo Editores, 2008.
RIVERA CUSICANQUI, Silvia. Ch’ixinakax utxiwa: una reflexión sobre prácticas y discursos descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010a.
RIVERA CUSICANQUI, Silvia. “Oprimidos pero no vencidos”: luchas del campesinado aymara y qhechwa 1900-1980. La Paz: Mirada Salvaje, 2010b.
ROCHA, Leandro Mendes. A configuração do Estado multiétnico e plurinacional na Bolívia. In: ROCHA, Leandro Mendes (org.). Etnicidade e nação. Goiânia: Cânone Editorial, 2006. p. 9-20.
ROMERO BONIFAZ, Carlos. Los ejes de la Constitución Política del Estado Plurinacional de Bolivia. In: GARCÍA, Linera et al. Miradas: nuevo texto constitucional, universidad Mayor de San Andrés, 2010. p. 11-18.
SANJINÉS, Javier. Rescoldos del pasado: conflictos culturales en sociedades postcoloniales. La Paz: Fundación PIEB, 2009.
SANTOS, Boaventura de Sousa; RODRÍGUEZ, José Luis Exeni (org.). Justicia indígena, plurinacionalidad e interculturalidad en Bolivia. Quito: Ediciones Abya-Yala, 2012.
SCOTT, Joan W. Os usos políticos da história. Fronteiras. Revista Catarinense de história, Chapecó, n. 41, p. 37-52, 2023.
SILVA, Cleverson Rodrigues da. A contribuição da ANPHLAC para o ensino e a pesquisa em história das Américas e sua inserção nas diversas regiões brasileiras. Revista Eletrônica da ANPHLAC, [Macapá], p. 95-115, jan./jun. 2013. Dossiê Especial. Disponível em: https://revista.anphlac.org.br/anphlac/article/view/1251. Acesso em: 27 fev. 2026.
SVAMPA, Maristella. El laboratorio boliviano: cambios, tensiones y ambivalencias del gobierno de Evo Morales. In: SVAMPA, Maristella; STEFANONI, Pablo; FORNILLO, Bruno. Debatir Bolivia: perspectivas de un proyecto de descolonización. Buenos Aires: Taurus, 2010. p. 21-60.
TAPIA MEALLA, Luis. La condición multisocietal: multiculturalidad, pluralismo, modernidad. La Paz: Muela del Diablo Editores, 2002.
TAPIA MEALLA, Luis. La invención del núcleo común: ciudadania y gobierno multisocietal. La Paz: Muela del Diablo Editores, 2006.
TAPIA MEALLA, Luis. Tiempo, poiesis y modelos de regularidade. In: OLIVÉ, León et al. Pluralismo epistemológico. Bolivia: Muela del Diablo Editores: CIDES-UMSA: CLACSO: Comuna, 2009. p. 177-192.
TRAVESSO, Enzo. Melancolia de esquerda: marxismo, história e memória. Belo Horizonte: Ayiné, 2021.
UNTOJA CHOQUE, Fernando. Mitificación indigenista del passado. In: GARCÍA LINERA, Álvaro et al. Miradas: nuevo texto constitucional. [Bolívia]: Universidad Mayor de San Andrés, 2010. p. 253-260.
WHITE, Hayden. Meta-história: a imaginação histórica do século XIX. São Paulo: Editora da USP, 2008.
ZAVALETA MERCADO, René. Lo nacional-popular en Bolivia. La Paz: Editora Plural, 2008.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Tempo e Argumento

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
The articles published by the magazine are for free use, destined for educational purposes and not commercial. The copyrights are all granted to the magazine. The articles whose authors are identified represent the expressed opinion of its authors and not the official position of the Tempo e Argumento magazine or of the Postgraduate Program in History of the Universidade do Estado de Santa Catarina.


