Práticas Teatrais e Resistência: entre a desrazão e a governamentalidade

Suzana Schmidt Viganó

Resumo


Este artigo levanta questões em torno do teatro como veículo de libertação e resistência política. Busca indicar como o seu potencial enquanto técnica de si e espaço de experiência foi enredado nas malhas da governamentalidade. Indica as questões que tradicionalmente se direcionam ao trabalho artístico como prática pedagógica, procurando refletir sobre as linhas de força que constituem os embates entre poder e liberdade. Concentra-se na experiência do coletivo paulista II Trupe de Choque, em sua residência artística no Hospital Psiquiátrico Pinel, refletindo sobre as formas de resistência e contraconduta gestadas nesse processo.


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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573103362019273



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