Performance e Feminismos: diálogos para habitar o corpo-encruzilhada

Autores

  • Camila Bastos Bacellar Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Rio de Janeiro, RJ

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102272016062

Resumo

As performances Merci Beaucoup, Blanco! de Michelle Mattiuzzi, gordura trans #3 /gordura localizada #1 de Miro Spinelli e Solange, tô aberta de Pêdra Costa abrem a possibilidade de pensarmos que tais artistas articulam seus modos de existência com processos de criação desestabilizando um sistema de mundo no qual a opressão de gênero é racializada e oriunda  de uma lógica colonial, capitalista e heterosexista. Esse texto busca se aproximar das intensidades destes trabalhos artísticos em que o corpo é o campo de batalha e o artefato vivo para estabelecer um diálogo entre estas intensidades – desde onde elas me tocam – e teorias feministas interseccionais, descoloniais e transfeministas

Biografia do Autor

Camila Bastos Bacellar, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Rio de Janeiro, RJ

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO). Projeto em andamento ‘O corpo como artefato: performance e feminismos na América Latina’. Interpretação Teatral e Performance, orientador Charles Feitosa. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

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Publicado

2016-12-24

Como Citar

BASTOS BACELLAR, C. Performance e Feminismos: diálogos para habitar o corpo-encruzilhada. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 2, n. 27, p. 062-077, 2016. DOI: 10.5965/1414573102272016062. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/8637. Acesso em: 3 ago. 2021.

Edição

Seção

Dossiê Temático: Corpo, Performance e Antropologia - Olhares transversais