Do corpo feminino em performance: exceder-se para não asfixiar

Autores

  • Alessandra Montagner Doutorado em Artes da Cena (2018) pela Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102352019311

Resumo

Este artigo busca construir inter-relações entre as noções de excesso e asfixia no campo das performances feministas para explicitar estratégias performáticas que buscam contestar as supressões do corpo feminino por estruturas sociais e pelo patriarcado. O texto analisa estratégias performáticas de abjeção, que constituem o corpo feminino em tabu. Nessa empreitada, as teorias de Rebecca Schneider, Amelia Jones e Georges Bataille, entre outros, são implementadas como instrumentos de viabilização de possíveis entrelaçamentos entre as noções de excesso e asfixia.

 

Biografia do Autor

Alessandra Montagner, Doutorado em Artes da Cena (2018) pela Universidade Estadual de Campinas

Pós-doutoranda em Artes Cênicas no Programade Pós-doutorado da ECA/USP. Doutora em Artes da Cena pelo PPGADC/IA da Universidade Estadual de Campinas.Mestra em Artes (Dança Teatro: O Corpo em Performance) pelo Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance/City University of London (2012) e possui graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Maria - Bacharelado em Direção Teatral (2006) e Bacharelado em Interpretação Teatral (2005).

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Publicado

2019-09-20

Como Citar

Montagner, A. (2019). Do corpo feminino em performance: exceder-se para não asfixiar. Urdimento - Revista De Estudos Em Artes Cênicas, 2(35), 311-325. https://doi.org/10.5965/1414573102352019311