Permanência e deriva: o cais de Martinho de Haro

Autores

  • Priscilla Menezes de Faria Udesc
  • Rosangela Miranda Cherem Udesc

DOI:

https://doi.org/10.5965/1808312904062009365

Palavras-chave:

academicismo e modernismo, história da arte, sensibilidade, percepção

Resumo

O presente artigo aborda uma série de cinco pinturas de Martinho de Haro produzidas em momentos distintos e figuram a imagem de um mesmo porto localizado na Ilha de Santa Catarina. A questão da série é pensada a partir de uma compreensão do próprio procedimento pictórico como operação de semelhança e repetição, considerando o que há de desviante no gesto do retorno. São feitas relações com obras de Paul Cézanne e Giorgio Morandi, nas quais são pensadas noções operatórias que comparecem em séries destes ar- tistas e reverberam neste recorte da obra de Martinho de Haro.

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Publicado

2018-11-12

Como Citar

MENEZES DE FARIA, P.; MIRANDA CHEREM, R. Permanência e deriva: o cais de Martinho de Haro. DAPesquisa, Florianópolis, v. 4, n. 6, p. 365-370, 2018. DOI: 10.5965/1808312904062009365. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/dapesquisa/article/view/14192. Acesso em: 3 ago. 2021.

Edição

Seção

Artes Visuais