O que insiste: corporizar, performar, historiografar, transformar

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DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102582026e0103

Resumo

O artigo investigou a peça História (2026), da companhia brasileira de teatro, aproximando noções de repetição no reenactment e de atuar historiografia à ética da psicanálise para discutir como corpo, linguagem e trauma operam na escrita da história pessoal, social e cênica. A partir de Lacan, Jacques-Alain Miller, Rebecca Schneider e Daniele Ávila Small, sustentou que a corporização da memória ultrapassou a produção de sentidos e incidiu sobre os vestígios que insistem no corpo em performance, propondo uma historiografia corporizada capaz de tensionar narrativas oficiais por meio de operações de estilhaçamento, repetição, citação performativa e abertura de sentidos.   

 

 

 

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Biografia do Autor

  • Luciana Eastwood Romagnolli, Universidade de São Paulo

    Pós-doutorado e doutorado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (USP). Mestrado em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Especialização em Literatura Dramática e Teatro pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Graduação em Comunicação Social pela USP - Profa. Dra. Universidade Federal do Paraná (UFPR – Substituta). lucianaromagnolli@gmail.com   http://lattes.cnpq.br/8558305709972640      https://orcid.org/0000-0002-4324-5505

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Publicado

01-09-2026

Edição

Seção

Dossiê Temático: Estudos do reenactment nas artes da cena

Como Citar

O que insiste: corporizar, performar, historiografar, transformar. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 2, n. 58, p. 1–12, 1 set.2026.

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