Municipalities of Baixada Fluminense: Toponymy as Didactic Resource in Geography Teaching
DOI:
https://doi.org/10.5965/19847246262025e0110Keywords:
toponymy, active methodologies, participatory mapping, Baixada Fluminense, geographical categoriesAbstract
This article discusses the use of toponymy as a didactic resource in Geography teaching, focusing on the municipalities of the Baixada Fluminense (BF). The proposal was developed in a workshop held at the Technical School of the Federal Rural University of Rio de Janeiro (CTUR), as part of the activities of the Pedagogical Residency Program in Geography at UFRRJ. The initiative targeted 11th-grade students, aiming to introduce them to the concept of place through active teaching-learning practices. To achieve this, the workshop employed cartography in a playful and participatory way, allowing students to become protagonists in the educational process. The study’s methodology combined bibliographic research, pedagogical practices, and social cartography, ensuring coherence between objectives and procedures. It was structured in three stages: first, students were introduced to the toponymic meanings of the municipalities of Baixada Fluminense; next, they assembled a puzzle, collaboratively creating a legend and symbols representing each municipality; finally, they participated in the joint construction of the regional map, discussing cartographic elements and deepening their critical understanding of the territory.The results indicated that the activity fostered critical reflections on the history and identity of the region, contributing to the deconstruction of stereotypes associated with the Baixada Fluminense. Moreover, it encouraged a broader and more contextualized geographical perspective, aligned with the Freirean conception of education as an emancipatory practice. Thus, the use of toponymy proved to be a powerful tool to integrate content, cartographic practice, and civic awareness.
Downloads
References
ALMEIDA, R. D.; PASSINI, E. Y. O espaço geográfico: ensino e representação. São Paulo: Contexto, 2013.
ARAÚJO, F. E.; ANJOS, R. S.; ROCHA FILHO, G. B. Mapeamento participativo: conceitos, métodos e aplicações. Boletim de Geografia, Maringá: Universidade Estadual de Maringá, v. 35, n. 2, p. 128-140, 2017.
BAIXADA FÁCIL. Municípios Baixada Fluminense. Duque de Caxias, c2002-2025. Disponível em: https://baixadafacil.com.br/municipios. Acesso em: 15 jul. 2024.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: MEC, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação. Base nacional comum curricular. Brasília, DF: MEC, 2018.
BRAVA BAIXADA. Toponímias Municípios, [Duque de Caxias], c2024. Disponivel em: https://bravabaixada.com.br/municipios/ Acesso em: 15 jul. 2024.
CASTROGIANNI, A. C.; SILVA, C. T. Cartografia e ensino: perspectivas para a educação geográfica. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO, 16., 2013, Foz do Iguaçu. Anais [...] Foz do Iguaçu: INPE, 2016. p. 6939-6946.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FORTES, A.; OLIVEIRA, L. D.; SOUSA, G. M. A COVID-19 na Baixada Fluminense: colapso e apreensão a partir da periferia metropolitana do Rio de Janeiro. Espaço e Economia, [s. l.], v. 18, p. 1-17, 2020. Disponivel em: https://journals.openedition.org/espacoeconomia/13591#quotation. Acesso em: 07 out. 2025.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTÁTISTICA – IBGE. Catálogo municípios. Rio de Janeiro: IBGE, c2024. Disponivel em: https://biblioteca.ibge.gov.br/ Acesso em: 15 jul. 2024.
MARTINS, A. P.; ALBUQUERQUE, J. L. Toponímia como instrumento de valorização da cultura e identidade local. Revista de Geografia, Recife, v. 35, n. 2, p. 83-97, 2018.
NASCIMENTO, R. V.; ANDRADE, K. S; PEREIRA, C. M. R. B. Toponímia e geografia cultural: tecendo fios de investigações no âmbito da interdisciplinaridade. Revista de Estudos da Linguagem, [Belo Horizonte], v. 26, n. 3, p. 1003-2029, 2018.
NUNES, V. R. Toponímia e ensino: estudo dos nomes de lugares de origem indígena no livro didático de geografia. 2015. 114 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Língua e Literatura) – Universidade Federal do Tocantins, Araguaína, 2015.
PEREIRA, E. M. A toponímia como recurso didático no conceito de lugar nas aulas de geografia do Ensino Médio. Revista Ensino de Geografia, Recife, v. 4, n. 3, p. 22-50, 2021.
RICHTER, D. A linguagem cartográfica no ensino de geografia. Revista Brasileira de Educação em Geografia, [s. I.], v. 7, n. 13, p. 277-300, 2017. DOI: 10.46789/edugeo. v7i13.511 Disponível em: https://revistaedugeo.com.br/revistaedugeo/article/view/511. 2017. Acesso em: 15 jul 2024.
SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 3 ed. São Paulo: Edusp, 2003.
SANTOS, C. J. B. Geonímia do Brasil: a padronização dos nomes geográficos num estudo de caso dos municípios fluminenses. 2008. 340f. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.
SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no ensino fundamental e médio. In: CARLOS, A. F. A. A. (org.). Geografia em sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999. p. 92-108.
SOUSA. A. M. de. Para a aplicação da toponímia na escola. Cadernos do CNLF, Rio de Janeiro: CiFEFiL, v. XVII, n. 02, p. 294-306, 2013.
Tavares, M. Toponímia do Estado de Mato Grosso do Sul: estudos já realizados e perspectivas. JINGA SEPÉ: Revista Internacional e Culturas, Línguas africanas brasileiras, [Redenção], v. 4, p. 579-597, 2024. Número especial, 1. Disponível em: https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1873. Acesso em: 15 jul. 2024.
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 PerCursos

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.