Qual é a cor do nosso tempo?

Autores/as

  • Camila Rodrigues Moreira Cruz Escola de Belas Artes UFMG , Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5965/2175234618452026e0002

Palabras clave:

Cor, Brasilidade, Tempo, Matéria, Pensamento

Resumen

Este artigo analisa a percepção e a representação da cor no contexto contemporâneo, com foco na constituição de uma paleta cromática nacional. Investiga como as vertentes de matéria, imagem, memória e tecnologia — incluindo o impacto do uso da inteligência artificial — moldam o discurso visual e tornam-se linguagem em uma sociedade plural. A abordagem fundamenta-se em reflexões teóricas e no exame da brasilidade cromática presente em produções subjetivas e nas obras dos artistas Cildo Meireles, Tunga e Adriana Varejão. Conclui-se que a elaboração de uma paleta brasileira configura um desafio complexo de simbiose cultural, no qual a cor atua como uma interpretação do mundo visível dirigida pelo imediatismo interpretativo e pelo simbolismo das visualidades de seu próprio tempo.

 

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Biografía del autor/a

  • Camila Rodrigues Moreira Cruz, Escola de Belas Artes UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais

    Artista visual, diretora da EBA-UFMG. Coordenadora do NEDEC –UFMG.

Referencias

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Publicado

2026-10-30

Cómo citar

Qual é a cor do nosso tempo? Palíndromo, v. 18, n. 45, p. 1–14, 30 oct.2026.