A contaminação como potência no teatro/performance: problematizações em torno do espectador na pós-modernidade

Autores

  • Cecília Lauritzen Jácome Campos Universidade do Estado de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5965/1808312911162016018

Resumo

O artigo discute os lugares do espectador na cena contemporânea, diante do incentivo à produção de presença (Hans-Ulrich Gumbrecht) que caracteriza determinadas propostas teatrais de cunho performativo. Aponta-se a produção de sentido como fenômeno inevitável no intuito de encontrar possíveis modos de resistência, em paralelo, discute-se a contaminação entre as linguagens artísticas como tendência, questionando sua potência relacional. A partir de relatos de espetáculos vivenciados, destaca-se a itinerância pela cidade como uma via para a eficácia, apontando, igualmente, a questão da complexidade do trânsito entre territórios, o que gera reflexões em torno da disponibilidade e dos níveis de envolvimento do espectador frente à cena teatral contemporânea.

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Biografia do Autor

Cecília Lauritzen Jácome Campos, Universidade do Estado de Santa Catarina

Bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade Federal da Paraíba. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Doutoranda em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina.

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Publicado

2016-08-31

Como Citar

CAMPOS, C. L. J. A contaminação como potência no teatro/performance: problematizações em torno do espectador na pós-modernidade. DAPesquisa, Florianópolis, v. 11, n. 16, p. 018-028, 2016. DOI: 10.5965/1808312911162016018. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/dapesquisa/article/view/6915. Acesso em: 28 jul. 2021.

Edição

Seção

Artigos