Curaduría educativa, contravisualidades y prácticas pedagógicas en las Artes Visuales

Autores/as

  • Maristani Polidori Zamperetti Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

DOI:

https://doi.org/10.5965/244712671212026e28421

Palabras clave:

Contravisualidades, Curaduría Educativa, El Derecho a Ver, Educación en Artes Visuales

Resumen

Este artículo analiza la presencia de elementos visuales y contravisuales en los relatos de prácticas pedagógicas de docentes de Artes Visuales, interpretándolos a la luz del desafío del “derecho a mirar” (Mirzoeff, 2011; 2016). La selección de imágenes con fines educativos depende de la aprobación de escuelas, familias y estudiantes, en función de las evaluaciones y los exámenes de ingreso a la universidad, y de la obediencia a parámetros religiosos y culturales que, en forma de censura, restringen el “derecho a ser visto” en el ámbito escolar. Así, el aula se ve afectada por la censura vigente en Brasil, y las obras de arte que abordan temas del cuerpo y la sexualidad, así como las temáticas y agendas sociales afines a los debates sobre racismo e intolerancia religiosa, entre otros temas relevantes, sufren censura.

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Biografía del autor/a

  • Maristani Polidori Zamperetti, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

    Doutora e Mestre em Educação pela Faculdade de Educação (PPGE/FaE/UFPel). Professora do Curso de Pós-Graduação em Artes Especialização Lato Sensu Área de Concentração: Artes Visuais, Terminalidades: Patrimônio Cultural, Ensino e Percursos Poéticos. Professora Adjunta no Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas (CA/UFPel), RS, onde ministra disciplinas na área de Fundamentos da Educação em Artes Visuais.  Coordenadora do Grupo de Pesquisa/CNPQ  “Pesquisa, Ensino e Formação Docente nas Artes Visuais”.

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Publicado

2026-11-04

Cómo citar

Curaduría educativa, contravisualidades y prácticas pedagógicas en las Artes Visuales. Revista Apotheke, v. 12, n. 1, 4 nov.2026.