Curadoria educativa, contravisualidades e práticas pedagógicas nas Artes Visuais
DOI:
https://doi.org/10.5965/244712671212026e28421Palavras-chave:
Contravisualidades, Curadoria Educativa, Direito de Olhar, Ensino de Artes VisuaisResumo
O artigo analisa a presença das visualidades e contravisualidades nos relatos das práticas pedagógicas de professoras de Artes Visuais, interpretando-as frente ao desafio do “direito de olhar” (Mirzoeff, 2011; 2016). A curadoria educativa das imagens é contingenciada pela aprovação das escolas, famílias e estudantes, em vista de avaliações e provas para ingresso em universidades, pela obediência a parâmetros religiosos e culturais que cerceiam, em forma de censura, o “direito de serem vistas” na escola. Assim, a sala de aula é atingida pela censura presente no Brasil, e obras de arte tangentes às questões do corpo e sexualidade, temas e pautas sociais que coadunam com as discussões sobre racismo e intolerância religiosa, dentre outras questões relevantes, sofrem cerceamento
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