Quando a estória é boa, a verdade é irrelevante: Entrevista com Emmanuel Nassar

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/244712671212026e28436

Palavras-chave:

Emmanuel Nassar, entrevista, cor, ironia, arte

Resumo

A presente entrevista com Emmanuel Nassar aborda sua trajetória artística, seus processos de criação e suas reflexões sobre a produção plástica, com ênfase nas relações cromáticas e no uso da ironia em seu corpo de obras. O texto resulta de uma série de diálogos iniciados em agosto de 2025 e desenvolvidos ao longo do mesmo ano entre ambos os artistas. Inserida em uma pesquisa dedicada ao estudo da cor e da ironia, a entrevista propõe questões que aprofundam a compreensão do desenvolvimento cromático na obra de Nassar, bem como suas possíveis conexões com pensamentos, narrativas e circunstâncias pessoais, especialmente no que se refere ao emprego da ironia em sua prática visual.

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Biografia do Autor

  • Júlia Hallal, Universidade de São Paulo

    Júlia Hallal é mestranda em Poéticas Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de São Paulo (PPGAV/USP). Possui Bacharelado em Artes Visuais pela FEBASP (2019).

                                                                                                       
  • Marco Giannotti, Universidade de São Paulo

    Marco Giannotti é pintor e professor livre-docente no Departamento de Artes Plásticas – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

                                                                                                                                                                                                           

Referências

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Publicado

28-04-2026

Como Citar

Quando a estória é boa, a verdade é irrelevante: Entrevista com Emmanuel Nassar. Revista Apotheke, v. 12, n. 1, 28 abr.2026.

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