Pele é papel e tempo é tinta: reflexões a cerca do corpolivro no solo Como risco em papel, de Marcela Reichelt

Anderson Luiz Do Carmo, Stephan Arnulf Baumgartel

Resumo


O artigo aqui apresentado trata das relações intertextuais estabelecidas no espetáculo Como risco em papel, financiado pela 13º Festival Cultura Inglesa e coreografado e dançado por Marcela Reichelt em 2009, bem como de suas principais inspirações: o filme O livro de cabeceira, do cineasta galês Peter Greenaway e o conceito de corpolivro estabelecido no filme e adotado como base para a construção de um corpo cênico. A relação entre a construção do corpo que temos/somos, a construção de um corpo para a cena e da transformação da superfície de um papel ao receber tinta são discutidas para problematizar a cena do espetáculo e as relações entre a tela do cinema, o palco ocupado pela dança e o processo de formação de subjetividades.


Palavras-chave


dança contemporâea; intertextualidade; tatuagem; Marcela Reichelt; Peter Greenaway

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DOI: http://dx.doi.org/10.5965/1808312906082011023



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