Régimen biotecnomágico: cuerpos en escena entre mediaciones tecnológicas y ancestrales

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DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102582026e0211

Palabras clave:

cuerpo, tecnología, magia, pedagogía de la escena, ancestralidad

Resumen

Esta investigación abordó las intersecciones entre cuerpo, tecnología y magia en algunos estudios teóricos de las artes escénicas, utilizando el régimen biotecnomágico como metodología para la creación artística y educativa. Al ampliar los estudios sobre el cuerpo y las pedagogías del movimiento, se buscó sistematizar los aspectos artístico-pedagógicos que interactúan con las tecnologías contemporáneas y ancestrales. La investigación, con un enfoque cualitativo y performativo, entrelazó conceptos sobre un cuerpo biotecnológico y ancestral como locus expandido hacia la escena, partiendo del diálogo entre teorías y algunos supuestos inherentes al régimen biotecnomágico, para ampliar las posibilidades creativas en el arte y la educación.

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Publicado

2026-09-01

Cómo citar

Régimen biotecnomágico: cuerpos en escena entre mediaciones tecnológicas y ancestrales. Urdimento, v. 2, n. 58, p. 1–26, 1 sep.2026.