Por fabulações regenerativas nas artes da cena: a tarefa de contar histórias outras que humanas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102582026e0201

Palavras-chave:

fabulação regenerativa, crítica queer-feminista, desidentificação, cena contemporânea

Resumo

Com a tarefa de pensar modos de fabular que incluem humanos e não humanos, afirma-se a importância ética das histórias outras que humanas para a atualidade. O ensaio articulou epistemologias críticas ao fechamento unidimensional do real, apontando a urgência em rever como operamos a linguagem, a existência e os mundos que coexistem. A partir do conceito de diferença radical (La Cadena), que compreende a existência de mundos ontologicamente distintos, recorreu-se à peça Azirai e ao Manto Tupinambá, de D. Tukano, para constatar que a emoção diante das histórias apresentadas, e dos limites irredutíveis do pensamento, acontece por conexões parciais e por fricções potencialmente regenerativas.

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Biografia do Autor

  • Martha de Mello Ribeiro, Universidade Federal Fluminense

    Pós-Doutorado em Teatro pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP -FAPESP). Estágio de Pós-Doutorado  na  Università  di  Bologna  (CAPES).  Doutora  em  Teoria  e História  Literária  pela  UNICAMP,  com período sanduiche na Università di Torino. Prof. Associada no Departamento de Arte do Instituto de Arte e Comunicação  Social  da Universidade  Federal  Fluminense.  Docente  no  Programa  de  Pós-Graduação  em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF) e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (UFRJ-ECO). Pesquisadora do CNPQ nível 2.   melloribeiro.uff@gmail.com     http://lattes.cnpq.br/1477601900273409     https://orcid.org/0000-0001-9272-1013

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Publicado

01-09-2026

Como Citar

Por fabulações regenerativas nas artes da cena: a tarefa de contar histórias outras que humanas. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 2, n. 58, p. 1–21, 1 set.2026.

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