Por fabulaciones regenerativas en las artes escénicas: la tarea de escribir narrativas más-que-humanas
DOI:
https://doi.org/10.5965/1414573102582026e0201Palabras clave:
fabulaciones regenerativas, crítica queer-feminista, desidentificación, escena contemporáneaResumen
Este ensayo asume la tarea de pensar modos de fabulación que incluyan a humanos y no humanos, afirmando la relevancia ética de las historias más-que-humanas en el presente. Articula epistemologías críticas al cierre unidimensional de lo real, señalando la urgencia de repensar cómo operamos el lenguaje, la existencia y los mundos que coexisten. A partir del concepto de diferencia radical de Marisol de la Cadena, que reconoce la existencia de mundos ontológicamente distintos, el texto recurre a la obra Azira’i y al Manto Tupinambá de D. Tukano para proponer que la fuerza afectiva de las historias presentadas, y ante los límites irreductibles del pensamiento, emerge a través de conexiones parciales y por fricciones con un potencial regenerativo.
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