Corpo em dobra: a criação artística enquanto pesquisa a partir de cavas, chãos, gravidades e vestígios

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573102582026e0210

Palavras-chave:

arte contemporânea, corpo, cartografia, residências artísticas, paisagens mineradas

Resumo

Este artigo propõe uma abordagem sensível e cartográfica da pesquisa em arte a partir da experiência de residências artísticas em paisagens mineradas. A cava — espaço geológico e simbólico — foi tomada como campo de forças, desejo e sintoma da modernidade. Por meio da escuta do corpo, do gesto, dos vestígios, da imagem e da escrita, ao modular gravidades, a pesquisa desenvolveu-se como dobra e reverberação entre presença e criação. Assim, articulou-se um diálogo com autores como Larrosa, Lepecki, Deleuze, Rolnik e Kastrup, e considerando o chão como campo de instabilidade e emergência de sentidos.  

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Referências

DELEUZE, Gilles. A dobra: Leibniz e o barroco. São Paulo: Iluminuras, 1991.

KASTRUP, Virgínia. O saber experiencial: cartografias da imaginação, da invenção e da criação. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.

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ROLNIK, Suely. Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. 2. ed. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista; Instituto Tomie Ohtake, 2006.

Publicado

01-09-2026

Como Citar

Corpo em dobra: a criação artística enquanto pesquisa a partir de cavas, chãos, gravidades e vestígios. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, v. 2, n. 58, p. 1–17, 1 set.2026.