INTERROGACIONES SOBRE EL VALOR DE LA PALABRA. Violencia y narración.<em>INTERROGAÇÕES SOBRE O VALOR DA PALAVRA. Violência e narração</em><em>QUESTIONINGS ABOUT THE VALUE OF WORDS. Violence and narratives</em>

Autores

  • Valentina Isolda Salvi UBA-CONICET

Resumo

O  artigo ocupa-se da palavra dos perpetradores pois o interés é analisar a  evocação da violencia do punto de vista de quem cometeu actos atroces. Nesse  sentido, o propósito é refletir sobre os problemas éticos e teóricos que  manifestan-se na tarefa da pesquisa na hora de interpretar a memória dos  perpetradores em “primeira pessoa”, assim como as dificuldades que poden-se  apresentar no espaço da fala e nas condições da  escuta quando esses relatos acontecem. Como taes narrativas excedem os  conceitos e categorias teóricas a nossa disposição, o desafio é construir um  marco para o análise esses discursos. Tambén o artigo propõe-se  a refletir sobre a posição subjetiva dos pesquisadores em historia oral  atendendo as dificuldades que essas narrativas podem producir em quem as  escuta. Por último, se abordaram  os  debates académicos sobre o valor do testemunho, por um lado, e sobre as conffecções  dos repressores e torturadores nas Comissões de Verdade e Reconciliação, por  outro.

Palavras-Chave: Violencia.  Narrativa. Perpetradores. Trauma. Memória.

 

Resumen

Este artículo se ocupa de la palabra de los  perpetradores puesto que se propone analizar la evocación de la violencia desde  el punto de vista de quienes cometieron actos atroces. En tal sentido, el  interés es reflexionar sobre los problemas éticos y teóricos que se manifiestan en  la tarea de investigación a la hora interpretar la memoria de los perpetradores  en “primera persona”, así como también busca pensar las dificultades que se  presentan en el espacio de escucha e interlocución cuando estos relatos tienen  lugar. Como estas narrativas exceden los conceptos y categorías teóricas a  nuestra disposición, el desafío es construir un marco desde el cual analizar  estos discursos. Además se propone reflexionar sobre la posición subjetiva de  los investigadores en historia oral dadas las dificultades que estas narrativas  pueden generar en quien las escucha. Para tal fin, se habrá de revisar los debates  académicos sobre el valor del testimonio, por un lado, y la literatura sobre  las confesiones de represores o torturadores en las Comisiones de Verdad y  Reconciliación.

Palabras-Clave: Violencia. Narrativa. Perpetradores. Trauma. Memoria. 

  

Abstract

This paper proposes to focus  on the agressor’s speech acts, aiming at unveiling the meaning that the word  ‘violence’ may have to the violence perpetrator. This study seeks to analyze  the theoretical and epistemological problems that arise when attempting to  document the memory of perpetrators, reflecting about the difficulties that  arise when listening and interacting with those discourses. As the narratives  exceed the theoretical categories and concepts available, this work attempts to  build a better framework to analyze such discourses. This paper tries to examine  the subjective position of the researcher in oral history, given the  difficulties associated with that kind of interaction. These  facts compel us to question whether ther should be a line separating the  testimonies (that Primo Levi describes as a way of testifying the horror) from  the confession (as a public performance of acknowledging or denying those  crimes).

Keywords:
Violence.  Narratives. Perpetrators. Trauma. Memory.

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Biografia do Autor

Valentina Isolda Salvi, UBA-CONICET

Dra. en ciencias sociales por la UNICAMp, Profesora adjunta de Teoría Social y sociología de la cultura de la UBA y la UNTREF; investigadora del Conicet y del Instituto de Investigaciones Gino Germani

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Publicado

2010-06-10

Como Citar

SALVI, V. I. INTERROGACIONES SOBRE EL VALOR DE LA PALABRA. Violencia y narración.<em>INTERROGAÇÕES SOBRE O VALOR DA PALAVRA. Violência e narração</em><em>QUESTIONINGS ABOUT THE VALUE OF WORDS. Violence and narratives</em>. Revista Tempo e Argumento, Florianópolis, v. 2, n. 1, p. p. 71 - 85, 2010. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/tempo/article/view/1909. Acesso em: 22 out. 2021.