Escrevivências from the territories of (dis)belonging that our feet reach
DOI:
https://doi.org/10.5965/19847246272026e0104Keywords:
escrevivência, diaspora, migration, bordersAbstract
This epistolary text discusses the authorship of black migrant women, articulating literature, territory, and corporeality. We investigate escrevivência as a tool for elaborating lived experience and analyze how the writing of black women in diaspora and/or migration creates tension with the body of the nation from which they find themselves excluded on a daily basis. We consider the spaces of immersion and emergence of writing in which personal memories are reflected in a collective. These authors fictionalize in various languages the names, maps, borders, landscapes, and self-images that inscribe their stories.
Downloads
References
ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. O que é ser uma escritora negra hoje, de acordo comigo. Revista Serrote, [s. l.], n. 41, 2022.
ANZALDÚA, Gloria. A vulva é uma ferida aberta e outros ensaios. Rio de Janeiro: A Bolha, 2021.
ANZALDÚA, Gloria. Borderlands/La Frontera: la nueva mestiza. Madrid: Capitán Swing, 2016.
BENTO, Maria Aparecida Silva. Psicologia social do racismo. Petrópolis: Vozes, 2002.
BRAND, Dionne. Um mapa para a porta do não retorno: notas sobre pertencimento. Rio de Janeiro: A Bolha, 2022.
EVARISTO, Conceição. Canção para ninar menino grande. 2. ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2022. 136 p.
FELISBERTO, Fernanda. Escrevivência como rota de escrita acadêmica. In: DUARTE, Constancia Lima; NUNES, Isabellla Rosado (org.). Escrevivência: a escrita de nós. Reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020. p. 16-181.
FERREIRA, Laís Maísa.; CARBONIERI, Divanize. A representação da diáspora em Um defeito de cor. Revista Alere, [Tangará da Serra]. v. 20, n. 2, p. 127-152, 2020. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/alere/article/view/4493. Acesso em: 14 jul. 2026.
GONZÁLEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: ANPOCS. Movimentos sociais urbanos, minorias étnicas e outros estudos. Revista Ciências Sociais Hoje, Brasília, DF: Anpocs, 1984, p. 223-244, 1984. Disponível em: https://patriciamagno.com.br/wp-content/uploads/2021/04/GONZAL1.pdf. Acesso em: 14 jul. 2026.
HARTMAN, Saidiya. Perder a mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.
HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdade raciais no Brasil. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
MARTINS-BORGES, Lucienne. A escuta clínica em contexto de intervenção com imigrantes e refugiados. In: LOPEDOTE, Maria Luiza Galle; MAYORCA, Daniela Sevegnani; NEGREIROS, Dario de; GOMES, Marcela de Andrade; TANCREDI, Tomás (org.). Corpos que sofrem: como lidar com os efeitos psicossociais da violência. São Paulo: Elefante, 2019. p. 165-184.
MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Niterói: EDUFF, 2004. Disponível em: https://biblio.fflch.usp.br/Munanga_K_UmaAbordagemConceitualDasNocoesDeRacaRacismoIdentidadeEEtnia.pdf. Acesso em: 14 jul. 2026.
NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. Afrodiáspora, [São Paulo]: USP, n. 6-7, p. 41-49, 1985.
ORÍ. Direção: Raquel Gerber. Roteiro e Narração: Beatriz Nascimento. Angra Filmes, 1989. vídeo (131 min). Disponível em: https://www.dailymotion.com/video/x9h7kdi. Acesso em: 01 jul. 2026.
PAULINO, Rosana. Assentamento: instalação composta por fotografias ampliadas em tecido, costuras, vídeo, bordado, entre outros elementos. Americana: Museu de Arte Contemporânea de Americana, 2013.
RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz do Nascimento. São Paulo: IMESP, 2007.
RATTS, Alex. Trajetórias intelectuais negras: as rotas de Beatriz Nascimento. PUCviva Revista, São Paulo, ano 7, n. 28, p. 76-81, out./dez. 2006.
RENDEIRO, Margarida; CHAVES, Rita; OLIVEIRA, Susan de; MANJATE, Teresa. Literatura de mulheres: memórias, periferias e resistências no espaço luso-afro-brasileiro. Via Atlântica, São Paulo, v. 25, n. 2, p. 1-8, 2025. Disponível em: https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/222261. Acesso em: 14 jul. 2026.
REIS. Beatriz Nascimento: corpo negro produzindo história nos quilombos do passado e do agora. Educação e Território, [s. l.], 2021. Disponível em: https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/beatriz-nascimento-corpo-negro-produzindo-historia-nos-quilombos-do-passado-e-do-agora/. Acesso em: 14 jul. 2026.
SCHUCMAN, Lia Vainer. Entre o “encardido”, o “branco” e o “branquíssimo”: raça, hierarquia e poder na construção da branquitude paulistana. 2012. Tese (Doutorado em Psicologia) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.
SILVA, Karine de Souza; MORAIS, Pâmela Samara Vicente. Gênero, raça e interseccionalidades no processo de feminização da migração: entre silenciamentos e protagonismo de mulheres negras em Florianópolis. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [s. l.], v. 13, n. 36, p. 312-339, maio 2021. Disponível em: https://abpnrevista.org.br/site/article/view/1231. Acesso em: 14 jul. 2026.
ZANELLA, Andréa Vieira. Perguntar, registrar, escrever: inquietações metodológicas. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2013.
UM CORPO no mundo. Intérprete: Luedji Luna. In: UM CORPO NO MUNDO. São Paulo: YB Music, 2017. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/5uSnNITp4UvRePHXo9vGV7?si=c76e5630cc644fd9. Acesso em: jul. 2026.
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 PerCursos

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
É permitida a reprodução, distribuição e adaptação do conteúdo, desde que seja atribuída a autoria e a fonte e que o uso não seja comercial.