Escrevivências desde os territórios de (des)pertença que nossos pés alcançam

Auteur/ices

DOI :

https://doi.org/10.5965/19847246272026e0104

Mots-clés :

escrevivência, diáspora, migração, fronteiras

Résumé

O presente texto epistolar discute a autoria de mulheres negras migrantes articulando literatura, território e corporeidades. Investigamos a escrevivência como ferramenta de elaboração do vivido e analisamos como a escrita de mulheres negras e fronterizas em diáspora e/ou migração tensionam o corpo da nação do qual se veem excluídas cotidianamente. Consideramos os espaços de imersão e emersão da escrita em que memórias pessoais encontram reflexo em uma coletividade. Estas autorias ficcionalizam em diversas línguas, os nomes, mapas, fronteiras, paisagens e autoimagens inscrevendo suas histórias.

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Biographies des auteurs

  • Paula Campos Andrade, Université fédérale de santa catarina

    Doutoranda em Estudos da Tradução na  Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) .Mestra  em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

  • Andréa Vieira Zanella, Université fédérale de santa catarina

    Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutora em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP.).

     

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Publiée

2026-09-22

Numéro

Rubrique

Dossiê 2026/1 "Nossos corpos também são pátria. Artes, territórios e corporeidade"

Comment citer

Escrevivências desde os territórios de (des)pertença que nossos pés alcançam. PerCursos, v. 27, p. e0104, 22 sept.2026.