Cores da terra: entrevista com Marlene Almeida
DOI:
https://doi.org/10.5965/2175234618452026e0011Parole chiave:
Colore; Pigmenti naturali; Territorio; Processo artistico.Abstract
Essa entrevista foi realizada em 20 de março de 2026 com a artista e pesquisadora Marlene Almeida (Bananeiras,1942), que vive e trabalha em João Pessoa, Paraíba. Graduada em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde também realizou cursos livres de pintura e desenho, desenvolve desde a década de 1970, uma pesquisa de caráter interdisciplinar que aproxima arte, ciência e questões ambientais, tendo a terra – e suas cores - como centrais em sua produção. Nessa longa e consolidada trajetória, a artista dedica-se ao estudo de pigmentos e aglutinantes naturais, realiza uma série de expedições por diversas regiões do Brasil onde coleta, cataloga e armazena amostras de terra, em diferentes paletas. Desse processo, deriva o que a artista denominou de Museu das Terras Brasileiras – um museu/ateliê/laboratório- dedicado à identificação e ao estudo das cores presentes em diferentes formações geológicas do Brasil. Realizou diversas exposições no Brasil e no exterior, participou da 36ª Bienal de São Paulo, em 2025 com a instalação Terra Viva. Seu trabalho ganhará também um pavilhão próprio no novo museu de arte contemporânea em Brumadinho com curadoria de Paulo Miyada e projeto arquitetônico de Sol Camacho, o pavilhão abrigará o Museu das Terras Brasileiras, além de desenhos, projetos, pinturas, esculturas e instalações.
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Riferimenti bibliografici
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