https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/issue/feed Revista NUPEART 2021-09-01T17:35:55-03:00 Nupeart revistanupeart.ceart@udesc.br Open Journal Systems <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">Publicação interdisciplinar vinculada ao Núcleo Pedagógico de Educação e Arte, do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina. Objetiva divulgar ações de ensino, pesquisa e extensão das áreas temáticas de educação e cultura e trabalhos artísticos e educacionais de profissionais da área.<br /><strong>Periodicidade</strong>: semestral<br /><strong>Ano de criação</strong>: 2002</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"> </p> https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/20959 Editorial 2021-09-01T11:33:28-03:00 Sandra Mara da Cunha sandra.cunha@udesc.br Diego de Medeiros Pereira diego.pereira@udesc.br <p>Editorial do volume 25</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/20113 Implicações e desdobramentos de uma direção compartilhada 2021-05-03T10:38:48-03:00 Elisabete de Paula de Lemos Neris elisa291990@hotmail.com Marcia Berselli marcia.berselli@ufsm.br <p>Dentre muitas possibilidades abertas pelo modo de organização das e dos artistas em um processo de criação colaborativo, observa-se o desafio de desenvolver uma encenação compartilhando a função de encenadora. O presente trabalho propõe analisar um exercício criativo desenvolvido em componentes curriculares em contexto universitário, problematizando atravessamentos observados em um processo colaborativo dirigido por três encenadoras. Diante de uma encenação compartilhada, são apresentadas considerações sobre o fazer da encenadora destacando as implicações e possibilidades que a função partilhada pode revelar. Como aparato teórico há uma aproximação aos estudos de Fagundes (2009, 2016) e Fischer (2003), dentre outros autores e autoras, para aprofundar as relações sobre aspectos poéticos, éticos e políticos do fazer da encenadora.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19587 Corpos em manifesto performático urbano 2021-02-22T10:36:48-03:00 João Vítor Ferreira Nunes joaovitormulatto@gmail.com <p>Através deste artigo, pretendeu-se discutir acerca das teorias e noções de gênero, partindo da perspectiva da pensadora estadunidense Judith Butler (1990a; 2019b), de como as estruturas patriarcais são fortemente reproduzidas em contexto social, sobretudo por indivíduos que se encontram presos aos padrões culturalmente impostos pela heteronormatividade compulsória. Haja vista esses rituais de passagem (GENNEP, 2011) e rituais de crise de vida (TURNER, 2005), a artista-pesquisadora, proponente desta comunicação, em parceria com o Grupo de Pesquisa e Extensão Cruor Arte Contemporânea da UFRN e Homens Libertem-se, levou às ruas um manifesto para contestar e refletir acerca das imposições patriarcais, contribuindo a seu modo, para subverter essa realidade por meio da Performance Urbana. Por fim, ergue-se, desta maneira, um tripé de interlocução entre noções de gênero, padrões de comportamento e atos performáticos urbanos em coralidade.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19346 Por uma educação musical crítica frente ao consumo e à alienação 2021-02-16T09:28:27-03:00 Eliton Perpetuo Rosa Pereira elitonpereira@gmail.com André Bernardes Pereira elitonpereira@gmail.com Cristiano Aparecido da Costa elitonpereira@gmail.com <p>O objetivo geral desta pesquisa é compreender como a teoria crítica contribui para pensarmos uma educação musical mais reflexiva e resistente frente ao consumo e à alienação. Temos por base algumas teorias de resistência à influência da indústria cultural e a busca por uma formação musical em consonância com ideários de uma sociedade mais autônoma. Tendo por fundamentos os estudos de Theodor Adorno, e outros autores ligados à Teoria Crítica, procuramos contemplar a proposta de compreender a relação entre música e consumo. Desse modo, foi realizada uma pesquisa de opinião com docentes e estudantes de música de uma instituição de ensino superior para demonstrar pontos relativos ao consumo e à formação humana nas aulas de música. A análise qualitativa dos dados dessa pesquisa foi embasada nas seguintes categorias: consumo, alienação e resistência à indústria cultural. Destarte, procuramos compreender como os elementos de uma formação crítica podem contribuir para pensarmos uma educação musical mais reflexiva e resistente frente ao consumo e alienação.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/20961 As Artes da Cena como conhecimento e pesquisa na escola 2021-09-01T11:30:03-03:00 André Carreira carreira@udesc.br Biange Cabral biangecabral@hotmail.com Diego de Medeiros Pereira diego_ccac@hotmail.com <p>Este texto apresenta reflexões sobre metodologia de pesquisa em artes cênicas, a partir da perspectiva da prática artística como objeto de pesquisa. Discute-se a investigação científica em artes cênicas, particularmente considerando possíveis diálogos com trabalhos desenvolvidos no espaço da escola.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19637 O estranhamento como estratégia para o ensino/aprendizagem de Arte 2021-04-09T14:08:02-03:00 Nicole Carvalho de Araújo Álvares nicolearteduc@gmail.com Juliana Gouthier Macedo juliana.gouthier@gmail.com <p>Este artigo traz a discussão acerca de uma proposição para o ensino/aprendizagem de arte fundamentada na ideia de se provocar estranhamentos como estratégia para, entre outras questões, aguçar a percepção e alimentar discussões acerca da arte. O ponto de partida para a elaboração desta proposta foi um incômodo provocado por inscrições na parede de uma igreja - durante uma viagem a Ouro Preto (MG) – que se revelou potente para desencadear o que Paulo Freire chama de curiosidade epistemológica. Ou seja, algo que nos instigue tende a gerar questões e catalisar a construção de sentido para o processo de aprendizado. Na busca por referências que pudessem trazer pistas para refletir sobre a relação entre o estranhamento provocado por algumas imagens com as quais nos deparamos no nosso cotidiano e os processos de construção de conhecimento em arte, a discussão ganhou corpo com a ideia de curto-circuito de Jacques Rancière, em diálogo com as proposições de educação crítica e problematizadora de Paulo Freire, bell hooks e Ana Mae Barbosa e ainda com as concepções de arte urbana de Vera Pallamim.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19742 “Trocadilho” 2021-04-09T13:54:29-03:00 Simone Alves simonefalvesm@gmail.com Carolina Dias Laranjeira ca.laran@gmail.com <p>O presente artigo apresenta um dos resultados de uma pesquisa de Mestrado desenvolvida em colaboração com crianças da turma do Pré-Escolar II e professoras de um CREI (Centro de Referência de Educação Infantil) na periferia de João Pessoa - PB. Desde a experiência artística profissional adquirida no Circo, narra-se o percurso de criação de uma proposta pedagógica baseada na junção da arte circense com os jogos e as brincadeiras infantis. Tal proposta, chamada de “Trocadilho”, é analisada ao descrever princípios e conteúdos próprios dos saberes artísticos e educativos do circo e identificar parâmetros que guiam o currículo praticado a partir das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular - BNCC. A intervenção no ambiente educacional, provocada pela proposta, permite afirmar que é possível aprender o circo por meio das culturas infantis, ao mesmo tempo em que se permite à comunidade escolar e não apenas ao público infantil o brincar por meio do circo.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19646 Ensino de cinema 2021-02-25T09:16:53-03:00 Diogo José de Moraes Lopes Barbosa diogo_barbosa@hotmail.com <p>Nesta pesquisa, investigamos as possibilidades de ensino do cinema no ambiente escolar, sobretudo, em uma perspectiva do fazer, da experiência da criação por parte dos próprios alunos. Para isto, utilizamos o conceito da pedagogia da criação, termo proposto por Alain Bergala (2008), estudioso do ensino do cinema em escolas. Aplicamos as teorias abordadas em um curso oferecido a estudantes da rede pública no Recife. Ele teve um caráter prático, onde os alunos tiveram a oportunidade de produzir seus próprios filmes. Os resultados obtidos nessa experiência, ao mesmo tempo em que nos mostraram possibilidades interessantes e enriquecedoras, nos alertaram para alguns problemas existentes na implantação de projetos diferenciados no ambiente escolar. Apesar disso, concluímos que é possível e necessário ensinarmos cinema na escola, sobretudo, a partir de uma pedagogia galgada na criação, na experimentação, na realização de projetos audiovisuais por parte dos alunos.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19736 Tradições culturais no ensino de música em classes hospitalares 2021-04-20T12:24:05-03:00 Eudes Oliveira Cunha eudesocunha@gmail.com Rita de Cássia Silva Cardoso cassicas@gmail.com Ângelo Tavares Castro antares@ufba.br <p>Este trabalho tem o objetivo de descrever práticas de ensino de Música em classes hospitalares, a partir de uma proposta que se baseou em saberes musicais da tradição oral do Nordeste brasileiro. Ao considerar as especificidades da escolarização em ambiente hospitalar, elaborou-se um projeto de ensino de Música que integrou saberes oriundos das vivências dos discentes, associados aos conhecimentos definidos no currículo escolar. As reflexões apresentadas decorrem de experiências docentes em diálogo com compreensões no âmbito dos estudos teóricos sobre Educação Musical. Os resultados demonstraram intensa participação das crianças nas aulas de Música, cujos resultados indicam a importância do ensino de Música/Arte nas classes hospitalares, em especial, das expressões da cultura oral nos processos de ensino e aprendizagem. Propõe-se caminhos metodológicos que poderão contribuir para a formação de profissionais que tenham interesse em atuar nessa modalidade educacional.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19693 O brincar e a teatralidade no contexto da educação infantil: 2021-04-20T12:24:37-03:00 Anaquel Mattos da Fonseca anaquelmfonseca@hotmail.com <p>O presente ensaio discorre sobre a educação e a arte e os intentos artísticos em relação à educação infantil. Narra-se as dificuldades de uma professora ao se aventurar em uma proposta artística com crianças da educação infantil e também os processos emancipatórios dos quais emergiram uma nova visão sobre a arte e sobre as crianças. O ensaio demonstra a importância de se ter um “objeto comum” entre a professora e as crianças, no caso, a brincadeira. Demonstra também a importância de se trabalhar de forma lúdica o teatro, apresentando um caminho para a teatralidade. Ademais, a trilha do brincar é ilustrada pelas imagens do artista plástico Dim Brinquedim. O texto faz um diálogo entre a leitura e a reflexão teórica com a vivência de uma professora de escola pública, onde destaca suas particularidades: acontecimentos, anseios, sonhos e sensações que a escola e a arte proporcionam.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19712 A tradição em movimento 2021-03-18T19:12:20-03:00 Carlos Cleiton Evagelista Gonçalves ccetriunfo@gmail.com Carolina Dias Laranjeira ca.laran@gmail.com <p>O artigo trata da discussão teórica que norteou uma pesquisa sobre possibilidades de ressignificações da dança popular na escola. O trabalho deu-se nas aulas de artes de uma escola do interior da Paraíba, com estudantes do ensino médio que estão imersos numa cultura local de produção de xaxado. Os padrões de movimento e as técnicas desta dança foram o ponto de partida para um trabalho artístico, no qual as abordagens aconteceram no sentido de promover a leitura e a transformação do movimento a partir de um processo de contextualização do mundo vivido pelo estudante. O artigo traz, entre outras, as contribuições de Nestor Garcia Canclini, Carlos Rodrigues Brandão e Isabel Marques para uma reflexão sobre como as danças populares se conectam com a modernidade, como o discurso da tradição ainda é um forte inibidor do trabalho com dança na escola e como é possível ressignificar a dança num processo criativo que tem a cultura popular como material.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19585 Experimentações teatrais digitais com estudantes do ensino médio 2021-04-20T12:17:55-03:00 Jailson Carvalho jailson.carvalho@edu.se.df.gov.br <p>Há algum tempo em que a escola discute sobre a utilização das tecnologias digitais contemporâneas como caminhos para a aprendizagem com significação. O processo da inclusão tecnológica nos procedimentos metodológicos é algo crescente nos últimos anos. A partir destas reflexões que surge este artigo. O presente texto é resultado da minha dissertação de Mestrado em Artes (Prof-Artes), realizada no Instituto de Artes da Universidade de Brasília. O objetivo da pesquisa foi investigar e refletir sobre os processos de experimentações teatrais digitais com estudantes do ensino médio. O estudo de caso foi realizado no Centro Educacional 104 da Região Administrativa do Recanto das Emas, escola pública pertencente à Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. A pesquisa contou com os seguintes procedimentos metodológicos: uma proposta pedagógica com 20 aulas de Teatro e Tecnologia, a criação de cinco produtos artísticos, avaliação com a utilização do WhatsApp, registro audiovisual e aplicação de um questionário online.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19765 Encontros entre teatro, cotidiano e escola 2021-03-03T19:43:26-03:00 Andressa Kloster andykloster.arte@gmail.com <p>Esse artigo relata os processos criativos em teatro que foram realizados com duas turmas de nono ano do Ensino Fundamental II, em Curitiba, PR. Tais processos foram desenvolvidos unindo as temáticas relacionadas à diversidade, ao preconceito, às questões de gênero e especialmente às questões relacionadas à mulher, a partir do Teatro do Oprimido de Augusto Boal, especificamente o Teatro Imagem e o Teatro Jornal. O processo foi dividido em duas etapas, com o total de vinte encontros, cumpridos entre os meses de fevereiro a dezembro de 2017 buscando desenvolver a investigação e o desenvolvimento de senso crítico e reflexivo, resultando em três processos criativos em teatro. A revisão bibliográfica apresentada diz respeito às teorias relacionadas aos estudos de gênero, ao ensino de teatro na educação básica e ao Teatro do Oprimido. Para tanto foram considerados como principal aporte bibliográfico os autores Augusto Boal, Judith Butler e Guacira Lopes Louro.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/19574 Da literatura à cena 2021-02-22T10:31:46-03:00 Joana Leticia Araujo Vogel joanalearaujo@gmail.com <p>O artigo apresenta os resultados de uma Proposta Pedagógica2 de apropriação literária e teatral, a partir do romance “Dom Casmurro” de Machado de Assis, no contexto da disciplina<br />de Arte no Colégio Estadual São Cristóvão, em União da Vitória, Paraná, vinculada ao Mestrado Profissional em Artes - UDESC. Seguindo as orientações dos marcos legais da BNCC e das Diretrizes e Bases da Educação do estado do Paraná, investigamos as possibilidades de fomentar repertório para processos criativos teatrais na escola por meio da literatura, leitura<br />compartilhada, escrita colaborativa e jogos teatrais. A metodologia aplicada à prática foi de pesquisa-ação com procedimentos de pesquisa participante e pesquisa bibliográfica. Os principais conceitos em discussão são a leitura compartilhada (VIDOR, 2016), recepção literária (ZUMTHOR, 2000), o prazer e a fruição do texto (BARTHES, 2015), a apropriação no âmbito da literatura e do teatro (MARTINS, 2004), a escrita individual e colaborativa (NICOLETE, 2002), a composição cênica (PUPO, 2005; MARTINS, 2004). O processo de apropriação resultou em três cenas que foram construídas em conjunto e apresentadas como resultado à comunidade escolar.</p> 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART https://www.revistas.udesc.br/index.php/nupeart/article/view/20958 Expediente 2021-09-01T11:14:08-03:00 2021-09-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista NUPEART