Depois de tudo, ainda existe a escola e a escola é o mundo

Autores/as

  • Gabriel Augusto de Paula Bonfim Universidade Estadual de Londrina image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5965/235809253012026e0003

Palabras clave:

educação, afeto, Hélio Oiticica

Resumen

Este relato parte do reconhecimento dos fracassos vividos no cotidiano escolar como disparadores para refletir sobre a prática docente diante de um sistema que desumaniza. A partir de situações‑limite em sala de aula, articulam‑se memórias de uma educação humanista vivenciada em um CAIC (Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente) e diálogos com a obra de Hélio Oiticica, especialmente os conceitos de “parangolé” e “o museu é o mundo”, para pensar uma reinvenção da prática pedagógica. O afeto, a escuta e a improvisação são apresentados como ferramentas políticas de resistência. Conclui‑se que a escola, para manter‑se viva, precisa habitar o caos do mundo, acolhendo sua complexidade como matéria‑prima da educação.

 

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Biografía del autor/a

  • Gabriel Augusto de Paula Bonfim, Universidade Estadual de Londrina

    Doutor em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), é professor colaborador do Departamento de Artes Visuais da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Desenvolve pesquisas e práticas que atravessam os processos artísticos contemporâneos, transitando entre performance, escrita de artista, autoficção, escultura no campo ampliado, proposições e experimentações interdisciplinares. É mestre em Artes Visuais pela UDESC (2021), especialista em Arte-Educação pelo ISEED/FAVED (2020) e licenciado em Artes Visuais pela UEL (2019). 

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Publicado

2026-09-27

Cómo citar

Depois de tudo, ainda existe a escola e a escola é o mundo. Revista NUPEART, v. 30, n. 1, 27 sep.2026.