REVISTA APOTHEKE
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">Periódico da área de Arte Educação vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, do Centro de Artes da Universidade Estadual de Santa Catarina.</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Periodicidade</strong>: quadrimestral </p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Ano de criação</strong>: 2015</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"> </p>Universidade do Estado de Santa Catarinapt-BRREVISTA APOTHEKE2447-1267<p>Os autores de trabalhos submetidos à Revista APOTHEKE autorizam sua publicação em meio físico e eletrônico, unicamente para fins acadêmicos, podendo ser reproduzidos desde que citada a fonte. Os mesmos, atestam sua originalidade, autoria e ineditismo.</p><p>Os artigos publicados pela revista são de uso gratuito, destinados a aplicações<br />acadêmicas e não comerciais. Os direitos autorais são todos cedidos à revista. Os artigos cujos autores são identificados representam a expressão do ponto de vista de seus autores e não a posição oficial da Revista Apotheke. O(s) autor(es) se compromete(m) a sempre que publicar material referente ao artigo publicado na Revista Apotheke mencionar a referida publicação da seguinte forma:<br />"Este artigo foi publicado originalmente pela revista Apotheke em seu volume (colocar o volume), número (colocar o número) no ano de (colocar o ano) e pode ser acessado em: http://www.revistas.udesc.br/index.php/APOTHEKE/index"</p><p>É responsabilidade dos autores a obtenção da permissão por escrito para usar em seus artigos materiais protegidos pela Lei de Direitos Autorais. A revista Apotheke não é responsável por quebras de direitos autorais feitas por seus colaboradores.</p><p>Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho licenciado sob Licença Creative Commons do tipo atribuição BY-NC:</p><p><strong>Atribuição (BY)</strong>: os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, conquanto que deem créditos devidos ao autor ou licenciador, na maneira especificada por estes.</p><p><strong>Uso Não comercial (NC)</strong>: os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, desde que sejam para fins não comerciais.</p><p>Após a publicação dos artigos, os autores permanecem com os direitos autorais e de republicação do texto.</p>A viagem como formação
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17358
<p>O texto discorre sobre como o ato de viajar pode despertar e formar um pensamento plástico. Neste sentido, uma série de considerações históricas confere diferentes sentidos a uma atividade que embora extra cotidiana, acaba por propiciar uma dimensão estética ao simples ato de ver o mundo ao redor numa nova perspectiva.</p><p> </p>Marco Garaude Giannotti
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462A produção audiovisual da série de filmes O desenho conectando conhecimentos: a pesquisa, o ensino e a prática do desenho em debate.
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18395
<p class="TextoApotheke">A série de filmes <em>O desenho conectando conhecimentos</em> foi produzida a partir de entrevistas com educadores, pesquisadores, artistas e designers do Reino Unido, os quais contam sobre suas experiências no ensino, pesquisa e prática do desenho a partir de perspectivas contemporâneas e interdisciplinares. O projeto teve como objetivo ampliar o debate sobre o desenho por meio da adaptação da pesquisa acadêmica ao formato audiovisual, com sua disponibilização online, aproximando diferentes públicos e instituições.</p>Anelise Zimmermann
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Da leveza como modo de habitar a paisagem: uma experiência
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17862
<p>O relato de experiência faz parte de um processo de pesquisa em curso no contexto do Projeto de pesquisa/Residência artística próxima paisagem: escola de arte provisória, que acontece no Córrego do Bação, em Itabirito/MG, desde 2018. Na origem dessas fotografias encontra-se uma vivência com a paisagem do Bação, mais especificamente o exercício de percorrer com frequência um determinado caminho, por meio do qual procurei responder à proposição do Projeto próxima paisagem, formalizando assim minha maneira pessoal de perceber, representar e habitar a paisagem do Córrego do Bação, que venho visitando desde outubro de 2018.</p>Mariana Libero Hauck Araujo
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Editorial
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18571
Marta Facco
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Desbravamentos
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18260
<p>Em 2016 foi iniciado um projeto chamado “Desbravamentos” que contava com explorações em lugares abandonados do interior de Portugal. O projeto ganhou este nome em razão do difícil acesso a determinados espaços, ora pela vegetação que criava barreiras, ora pelo estado de ruína. Foram explorados hotéis, casas, fábricas, escolas e mosteiros durante dois anos. A memória presente nos lugares e o desgaste do tempo conduziram e seguem a conduzir os trabalhos artísticos, oportunizando a produção de assemblages, colagens, pinturas, desenhos, bordados e fotografias. Para este ensaio visual, o recorte foi feito a partir de fotografias de algumas das casas acessadas durante o período de desbravamentos.</p><p> </p>Marcelo Forte
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462LIVRO ARTE: RESTITUIR MEMÓRIAS SÉCULO XX-XXI
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18248
Essa série de imagens, faz parte de uma investigação realizada entre 2013-2017, partindo de apropriações de fotografias de arquivos pessoais e familiares, conhecidos e mesmo desconhecidos. Trata-se de entrar no universo pessoal e visual proposto pelas fotografias, no seu cotidiano e intimidade, atuando de modo dialogante e interativo com essas mesmas histórias, reconstruindo e construindo outras memórias. Nesse sentido, para além dos personagens, os objetos e os lugares também fazem parte da construção da memória individual, sendo importante identificar e registrar tudo o que se move ao seu redor e desta forma contribuir para que essa narrativa da memória ganhe força. A identificação do público com objetos, ambientações e as poses estáticas levam os mesmos a uma aproximação do universo da memória fazendo referência a vivências pessoais, culturais e nostálgicas. Experimentações realizadas em xilogravura, litografia, gravura em metal e pinturas a óleo, origina uma descoberta de um território. Um livro arte, criado a partir de novas fotografias concebidas desses trabalhos... gentes e cenas que despertam novas leituras e, acentuam a intenção dialogante entre o que se conhece e, principalmente com o que, sendo desconhecido, parece muito familiar.<br /><br /><p>Palavras-chave: Restituir, Processo Criativo, Memórias, Livro Arte.</p>Antonio José dos Santos Junior
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Narrativas pictóricas em pausa: entrevista com a Artista Professora Fátima Junqueira
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18110
<p>Esta entrevista tem por objetivo trazer questões referentes ao processo criativo em pintura da artista e professora Fátima Junqueira, questões essas que permeiam as construções pictóricas da artista e sua atuação como professora de pintura na Escola de Música e Belas Artes da Universidade Estadual do Paraná. Busca-se apresentar procedimentos, documentos de trabalho e relações pertinentes ao ensino da pintura na universidade como forma de aproximar arte e vida, prática artística e prática docente.<strong></strong></p>Marta Facco
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Expediente
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18531
Marta Facco
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-08-302020-08-306210.5965/24471267622020004Um campo para a criação: o desenvolvimento poético através do diário de pesquisa do pintor em formação
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18406
O artigo versa sobre o que tomamos por poética, tratando da importância do entendimento desse conceito para o ensino e metodologia aplicados em disciplinas práticas de ateliê, no Ciclo Básico do Curso de Graduação em Pintura da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O termo, que abarca tantas possíveis questões no universo das artes, é fundamental para aprofundar o trabalho de um estudante cuja formação é de um artista pesquisador em pintura. O artista é agente que pensa, propõe e transforma sua cultura e sociedade através de uma linguagem e justamente por isso é importante a consciência de seu campo poético, pois é ele que impulsiona a pesquisa, o ato criativo e a expressão. A poética que um estudante de pintura gesta e desenvolve funciona como principal catalisador de sua produção, norteando o processo criativo, a imaginação e a intuição. Além de tratar desse conceito, apresentaremos aqui a metodologia de ensino aplicada às turmas de segundo e terceiro períodos da graduação em Pintura. Esta propõe, através da elaboração de um corpo de imagens e de documentos de artista dos mais variados tipos, a organização do pensamento criativo em diários de pesquisa, também chamados <em>sketchbooks</em>. Esses suportes são como receptáculos que fomentam simultaneamente aprendizado, pesquisa e criação de estudantes iniciados nessa complexa, rica e ancestral linguagem: a pintura.Martha WerneckLícius Bossolan
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462O Encantado: mediações e diálogos da cultura no processo de criação de Attílio Colnago
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17868
<p>Este texto trata de aspectos compartilhados do processo criador de Attilio Colnago, em especial para a mostra “O Encantado” (2014). O foco central está nas mediações entre a mente criadora e a cultura que a envolve e que se materializa como imagem geradora. A partir dos pressupostos dos estudos atuais do processo criativo, buscamos evidenciar alguns aspectos da estrutura rizomática que envolve o gesto criador. O texto procura inferir uma análise de um processo criativo que se constitui como uma linguagem de natureza dialógica que revela a dimensão transcultural e transtemporal do discurso artístico de Colnago.</p><p>Inferimos que a interlocução estética desse artista, nesta mostra, reopera o vivido a partir de matrizes culturais e conceituais impressas na sua memória e na do público, o que pode ser evidenciado contextos amplos, extra mostra, compartilhados por meio de recursos tecnológicos contemporâneos como o QR Codes. Com isto, busca-se acionar a rede de relações semióticas que nos aproxima das artimanhas dessa mente criadora e dos modos de recepção do público.</p>Aparecido José Cirillo
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Sala de aula - ateliê - galeria: A experiência com pintura na formação de professores-artistas
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18334
<span id="docs-internal-guid-fed1ddb0-7fff-dd15-cd0f-f3e4205ef6a1"><span>A experiência é um dos fatores determinantes na obtenção de novos conhecimentos. O emprego do processo poético como estratégia de ensino proporciona experiências de aprendizagem significativas e transformadoras, que rompem com a dicotomia entre a teoria e a prática. O presente texto apresenta os resultados de um estudo que utilizou como campo de investigação o componente curricular Pintura, do curso de Licenciatura em Artes Visuais, que foi realizado no ateliê de pintura da Unochapecó, no decorrer do primeiro semestre de 2019. As dinâmicas de ensino utilizadas revelaram um alargamento das funcionalidades do ateliê, percebido como espaço de ensino, produção e exibição, evidenciando sua relevância na formação de professores-artistas. Neste sentido, o ateliê foi vivenciado e analisado como espaço de experiências de ensino, sendo marcado pelo protagonismo do estudante, baseado-se no desenvolvimento de competências e não na transmissão de conteúdos.</span></span>Ricardo de PellegrinAna Paula de Oliveira CunicoBruna Nátali da Rosa
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Desenhos do desenhar: pesquisa e práticas de Stephen Farthing
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18418
<p class="ResumoApotheke">Este artigo tem como objetivo apresentar um panorama dos estudos em desenho realizados por Stephen Farthing, artista e pesquisador. Esses estudos incluem definições e taxonomias para o desenho, elaborados com o propósito de ampliar a compreensão de sua prática e ensino, estendendo-se para além do território das artes. Farthing utiliza o próprio desenho como meio de investigação. O levantamento desses estudos foi realizado por Zimmermann (2016) durante o doutorado sanduíche na <em>University of the Arts London</em>, período no qual teve a supervisão de Farthing, com acesso a seu acervo de desenhos e publicações e a realização de entrevistas gravadas<a title="" href="file:///C:/Users/mistertr/Desktop/ARTIGOS%20SESS%C3%83O%20TEM%C3%81TICA%20PROCESSOS%20DE%20CRIA%C3%87%C3%83O/Artigo_Desenho_Anelise%20Zimmermannn_Stephen%20Farthing-%20completo%201.docx#_ftn1">[1]</a>. Por fim, esses estudos tanto representam o percurso de pesquisa de Farthing, como também demostram a interdisciplinaridade do desenho como um conhecimento que transita entre áreas, um meio de investigação e uma função intelectual com territórios ainda a serem explorados.</p><div><br clear="all" /><hr align="left" size="1" width="33%" /><div><p class="RodapApotheke"><a title="" href="file:///C:/Users/mistertr/Desktop/ARTIGOS%20SESS%C3%83O%20TEM%C3%81TICA%20PROCESSOS%20DE%20CRIA%C3%87%C3%83O/Artigo_Desenho_Anelise%20Zimmermannn_Stephen%20Farthing-%20completo%201.docx#_ftnref1">[1]</a> Parte dessas entrevistas compõem o filme <em>A pesquisa em desenho</em>, um dos episódios da série <em>O desenho conectando conhecimentos</em>, produzidos por Zimmermann (2018).</p></div></div>Anelise ZimmermannStephen Farthing
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Processos de criação de arte educadores/as: a elaboração de recursos didáticos-brinquedos para que bebês aprendam (com) arte
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17355
<p><strong>RESUMO: </strong>Nesta reflexão, temos como objetivo refletir sobre o processo de criação de arte educadores/as na elaboração de recursos didáticos-brinquedos - artefatos que contribuem para que bebês brinquem e aprendam (com) Arte. Os pressupostos teórico-metodológicos que orientaram esta pesquisa e os processos de criação que ela envolveu têm relações com os Estudos da Cultura Visual. Como resultado, descrevemos a experiência que vivenciamos no Estágio Supervisionado em Artes Visuais, com uma turma de bebês da Educação Infantil e comentamos sobre os recursos didáticos-brinquedos criados por nós. Também compartilhamos três critérios para incentivar docentes na criação de seus próprios recursos didáticos-brinquedos argumentando sobre as potências que a atuação de profissionais com formação específica em Artes Visuais pode acarretar para a Educação Infantil.</p>Regina Ridão Ridão Ribeiro dePaulaJoão Paulo Paulo Baliscei
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-08-302020-08-3062Criação e reprodução no ensino de artes visuais: análise de paradigmas teórico-metodológicos
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17366
O texto apresenta o resultado de uma pesquisa teórica, com delineamento bibliográfico, cujo objetivo foi analisar as concepções sobre os processos de criação vinculados a dois paradigmas teórico-metodológicos consolidados para o ensino de artes visuais: a mimese e a autoexpressão. Expõe aspectos históricos que propiciaram o desenvolvimento de ambos os paradigmas, bem como os artistas que contribuíram com sua legitimação e os impactos para o ensino de arte na educação escolar brasileira. Expressa os limites e potencialidades das abordagens mediante análise em uma lógica dialética. Conclui que desenvolver processos de criação em artes visuais na educação básica implica possibilitar a apropriação de conhecimentos e habilidades desenvolvidos historicamente, pois a reprodução, no âmbito individual, daquilo que fora criado e é compartilhado socialmente, representa a formação da base que possibilitará o desenvolvimento de novas criações.Vinícius SteinMarta Chaves
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462CRIAÇÃO: descobrindo um percurso hibrido
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17545
<p>A pesquisa desenvolveu-se a partir do uso do corpo em vivências lúdicas em diálogo com a produção plástica do artista propositor, integrando uma poética pessoal e uma vivência pedagógica em Artes Visuais. Os trabalhos produzidos durante esse processo provocaram uma inquietação que instigaram a pesquisa sobre: criação artística, corpo como suporte, experiência estética, exploração de materiais e produção coletiva. Na linha pedagógica a intenção foi criar estratégias que levassem os participantes a explorarem o universo da arte, ampliando seu conhecimento artístico através do Método P.E.R.A, Yoshiura (1982). Na linha artística havia a busca de uma singularidade poética que de maneira muito sutil já trazia a união de técnicas e suportes, configurando-se como uma Hibridação Interformativa, Valente (2008), desse processo resultaram as séries Desplante e Azuis.</p>Deni Dias
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462“Efemeridades e Persistências”: exposição e ações educativas em uma escola de educação formal
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17756
<p>O artigo aborda as proposições e ações educativas realizadas na exposição “Efemeridades e Persistências”, cujo tema foi lançado na disciplina “Ação Educativa em Espaços Culturais”, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Projeto de arte contemporânea realizado no “Espaço Estético” do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Florianópolis/SC, no ano de 2018, integrou discentes que são professoras/educadoras de núcleos pedagógicos de universidades, institutos, escolas e instituições culturais. Bem como, desvelou desafios em decorrência de dois fatores: desenvolvimento de uma proposta expositiva em espaço escolar de educação formal articulado a uma mediação cultural para um público específico. </p>Juliana Rossi GonçalvesTaiza Mara Rauen Moraes
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Como trazer para a escrita os processos criativos da pesquisa?
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18325
<p dir="ltr"><span>Escrito por três pesquisadoras que em comum partilham estudos sobre processos de criação no </span><span>entrelaçamento com a arte, a educação e a pesquisa, esse artigo apresenta conceitos sobre crítica genética elaborados pela professora Cecília Almeida Salles e três narrativas complementares, de cada uma das autoras, sobre processos de criação com a palavra no âmbito dos percursos de suas pesquisas em construção. Na tessitura de palavras lidas, ditas, sussurradas, colhidas, rascunhadas, desenhadas e escritas em suportes como diários de campo, cadernos de desenhos, pequenos papéis coloridos e murais, materializam-se os pensamentos, reflexões, desejos, inquietações e descobertas que, gradualmente, ganham corpo em forma de texto. Ao tecer aproximações entre o ato de criação e o ato de pesquisar, as autoras convidam a reflexão de uma inquietação comum: </span><span>Como trazer para a escrita os processos criativos da pesquisa?</span></p><div><span><br /></span></div>Camila Serino LiaCamila FeltrePatrícia Marchesoni Quilici
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Fora da Capital – Oficina de documentários em vídeo digital
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17920
<p>Documentários sempre estiveram no centro das discussões cinematográficas, seja pelas suas semelhanças e/ou diferenças com a ficção, liberdade estética ou vanguardismo. Atualmente, a tecnologia digital permite que documentários sejam produzidos e distribuídos em curtíssimos intervalos de tempo. Esses fatores têm gerado um número crescente de interessados na produção documental. A partir desse interesse foi criada, pelo próprio autor, a oficina Documentários em Vídeo Digital, cujo o principal objetivo é compartilhar com os participantes ferramentas para que estes possam contar suas próprias histórias. O artigo trata dos processos de criação, metodologia e desenvolvimento da atividade em mais de 40 cidades do estado de São Paulo; e aborda o processo de realização do documentário longa-metragem Fora da Capital, resultante das oficinas. Também é apresentada uma breve retrospectiva histórica do documentário, o constante processo de evolução da sua linguagem e seus atuais desdobramentos.</p>Lucas Rossi Gervilla
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Foto-ensaios de uma investigação sobre a formação docente em artes visuais
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17994
<p align="center">Este trabalho apresenta nossas reflexões e percepções a respeito dos processos identitários e de formação do professor de Artes Visuais por meio de foto-ensaios. Insere-se no contexto de um projeto de pesquisa que optou pela Pesquisa Educacional Baseada em Arte (PEBA) como referencial metodológico (HERNÁNDEZ, MARTINS, DIAS) e, no caso deste artigo, põe foco nas contribuições da fotografia como estratégia e instrumento de pesquisa qualitativa (VIADEL, ROLDAN). Espera-se contribuir a novas reflexões com as discussões a respeito de metodologias mais adequadas às questões contemporâneas que surgem nas áreas de arte e educação. Não são nem pretendem ser conclusivas, mas intentam ampliar o diálogo sobre formação do professor de Artes Visuais, de forma colaborativa entre estudantes e professores, pesquisadores e participantes. </p><p> </p>Carla Juliana Galvão AlvesNatally Thayna dos Santos
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462O processo criativo de um livro ilustrado: uma experiência em artes visuais
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18331
Livros ilustrados são produções culturais que associam, em um mesmo suporte, a linguagem visual e a linguagem escrita. A ilustração pretende sugerir novas leituras e interpretações a partir daquilo que o leitor está vendo, instigando a imaginação. Visando entender essa relação entre texto e imagem, é apresentado um recorte sobre o que deve fazer uma ilustração, qual o seu papel no livro ilustrado e o que é necessário a ela. A literatura destinada ao público infantil é outro ponto abordado nesta pesquisa em arte, bem como a organização da disposição dos elementos no processo de diagramação. O foco do trabalho está no processo de criação do livro ilustrado A Galinha Branca, levando em consideração como ele foi pensado, executado e registrado. Sendo assim, o estudo teórico acerca dos tópicos abordados vem como resposta às experiências práticas vivenciadas, dissolvendo as fronteiras desses dois aspectos da pesquisa.Maria Clara de Oliveira PachecoArlete dos Santos Petry
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Corpocinetismo: relações entre a representação do corpo humano e esculturas cinéticas
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18337
<p class="Normal tm5"><span class="tm6">Este artigo apresenta aspectos relativos à arte que se move, ou que apenas sugeriu o movimento, e à representação da corporalidade humana por meio da Arte Cinética. Ao juntar estes dois campos de investigação estou elaborando o conceito de Corpocinetismo. Termo que dará conta de exemplificar esculturas móveis, móbiles ou instalações que contenham silhuetas de corpos movendo-se ao sabor do vento, da interação com o espectador ou com qualquer outra força motriz utilizada no cinetismo. Para alcançar este objetivo examinei a produção de artistas que desenvolveram pesquisas e obras envolvendo mobilidade e representação do corpo humano na Arte Cinética e em outros movimentos a partir do século XIX, consequentemente encontrando referências para o processo criativo elaborado na pesquisa “Cadê as Travas Transcorpocinéticas?” em desenvolvimento no Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB. Além disso, pretendo com este texto contribuir para a ampliação do conceito de cinetismo levando em conta o que diz Hans Belting e a produção de artistas da cultura popular brasileira, trazendo obras dos Mestres</span><span class="tm6">Miró dos Bonecos, Saúba e Otávio, referências quando se trata de bonecos e brinquedos populares móveis</span><span class="tm7">.</span><span class="tm6"> A revisão de literatura será adotada como metodologia e autores como Argan, Archer, Krauss e Gombrich me conduziram na História da Arte e Ostrower e Valente em Criatividade. Por fim apresento alguns esboços e estudos ligados ao processo criativo em progresso no referido programa e finalizo considerando que a fruição, das obras de artistas clássicos e de artistas da cultura popular contribuíram para aguçar minha imaginação, assim como as ideias e experiências apresentadas sobre processos criativos estimularam a incorporação tanto do aprendizado obtido na minha trajetória criadora como do meu próprio estilo/personalidade na confecção de futuras obras.</span></p><p class="Normal"> </p>Brenda Gomes Bazante
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Lugar de Memória e Arte: Rastros de uma escola
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18282
<p>Este texto parte das provocações de Fischer, Loponte (2020) a respeito dos modos de habitar a escola, e no convite que fazem para olharmos para a escola pelo que é possível de inventar e criar nela. Dentro deste contexto tece diálogo com autores como Masschelein, Simons; Helguera; Bosi; Vergara; Irwin, para refletir sobre <em>Lugar de Memória e Arte</em>, projeto vinculado ao PIBID da UFJF que propôs uma série de proposições de fruição e criação artística com estudantes do segundo ciclo do Ensino Fundamental de uma escola pública da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, e promoveu trocas de experiências entre esses estudantes e artistas convidados, o que possibilitou habitar um museu com obras criadas na escola pelos participantes dos encontros, revelando com isso, uma escola que inventa e que ocupa espaços. </p>Francione Oliveira CarvalhoAna Beatriz Marques PennaVitor Fernando de Barros Sant'Ana
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Processos de Criação em Anne Sauvagnargues
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18316
<p>O presente artigo busca problematizar os processos de criação a partir da obra de Anne Sauvagnargues. Para isso apresenta uma introdução sobre a concepção elaborada por esta artista e filósofa tendo como objeto de análise três de suas pinturas: “Station Saint Michel”, “Viva Italia!” e “Arrêt à Marseille”. A partir dessa exposição inicial desenvolve-se, então, uma aproximação com o conceito de bloqueio - visto que para a autora <em>é o bloqueio quem cria</em> - e com a noção de subtração - visto que para Sauvagnargues <em>a criação é sempre subtrativa</em>. A hipótese defendida pelo ensaio é de que haja uma teoria da criação em Anne Sauvagnargues que ao mesmo tempo se relaciona com a ideia de bloqueio - a qual seria distinta de uma determinada compreensão do conceito de resistência em Gilles Deleuze: <em>criar é resistir</em> - e com a subtração enquanto invalidação de uma lei naturalizada. Naturalização, que por sua vez, impede a percepção de que a defesa de sistemas coerentes são sempre imposições de uma leitura em específico. Nesse sentido a aposta do trabalho é de que obra de Anne Sauvagnargues, ainda pouco traduzida no Brasil, tenha contribuições importantes para cartografias cuja intenção passe pelo mapeamento de relações que envolvem os processos de criação e os processos de subjetivação.</p>Édio Raniere da SilvaAndressa Silveira da Silva
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462Escultura de Morar
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18320
<p>Memórias e anotações sobre a experiência do autor como professor da cadeira de Projeto 1, para estudantes de primeiro período do curso de arquitetura do Centro de Arquitetura e Artes da Universidade Santa Úrsula, Rio de Janeiro. Atuando como professor das cadeiras de Plástica 1, 2 e 3 (Departamento de Análise e Representação da Forma) de 1979 a 1994, em 1993 o autor aceitou o convite – e o desafio – de elaborar um novo programa para a disciplina de Projeto 1, com resultados inesperados, surpreendentes, de altíssima qualidade, em se tratando de trabalhos de futuros arquitetos iniciantes. Referências a pesquisas de artistas e arquitetos precursores, tais como Kazimir Malevich e Buckminster Fuller.</p>Milton Machado
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-08-302020-08-3062Proyecto “Topiarius” y el tejido como reinvención de sí.
https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18068
<p>O Projeto Topiarius é uma pesquisa artística que desenvolvo dentro da linguagem têxtil contemporânea. Busca pensar o trabalho manual/artesanal como formas de reinvençao de si. Neste texto, me interessa “fiar” as etapas do meu proceso criativo com esta linguagem, sendo portanto, um caminho para costurar, tecer e crochetar um terceiro espaço – o do jardim- e todas as criaturas possíveis dentro dele.</p>Vanessa Freitag
Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE
2020-09-142020-09-1462