https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/issue/feedREVISTA APOTHEKE2020-08-30T20:39:32-03:00Corpo Editorial - Apothekerevistaapotheke@gmail.comOpen Journal Systems<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">Periódico da área de Arte Educação vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, do Centro de Artes da Universidade Estadual de Santa Catarina.</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Periodicidade</strong>: quadrimestral </p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Ano de criação</strong>: 2015</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"> </p>https://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17358A viagem como formação2020-08-30T20:39:31-03:00Marco Garaude Giannottimarcoggiannotti@gmail.com<p>O texto discorre sobre como o ato de viajar pode despertar e formar um pensamento plástico. Neste sentido, uma série de considerações históricas confere diferentes sentidos a uma atividade que embora extra cotidiana, acaba por propiciar uma dimensão estética ao simples ato de ver o mundo ao redor numa nova perspectiva.</p><p> </p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18395A produção audiovisual da série de filmes O desenho conectando conhecimentos: a pesquisa, o ensino e a prática do desenho em debate.2020-08-30T20:39:32-03:00Anelise Zimmermannanelise.zimmermann@gmail.com<p class="TextoApotheke">A série de filmes <em>O desenho conectando conhecimentos</em> foi produzida a partir de entrevistas com educadores, pesquisadores, artistas e designers do Reino Unido, os quais contam sobre suas experiências no ensino, pesquisa e prática do desenho a partir de perspectivas contemporâneas e interdisciplinares. O projeto teve como objetivo ampliar o debate sobre o desenho por meio da adaptação da pesquisa acadêmica ao formato audiovisual, com sua disponibilização online, aproximando diferentes públicos e instituições.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17862Da leveza como modo de habitar a paisagem: uma experiência2020-08-30T20:39:32-03:00Mariana Libero Hauck Araujomariana.hauck@gmail.com<p>O relato de experiência faz parte de um processo de pesquisa em curso no contexto do Projeto de pesquisa/Residência artística próxima paisagem: escola de arte provisória, que acontece no Córrego do Bação, em Itabirito/MG, desde 2018. Na origem dessas fotografias encontra-se uma vivência com a paisagem do Bação, mais especificamente o exercício de percorrer com frequência um determinado caminho, por meio do qual procurei responder à proposição do Projeto próxima paisagem, formalizando assim minha maneira pessoal de perceber, representar e habitar a paisagem do Córrego do Bação, que venho visitando desde outubro de 2018.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18571Editorial2020-08-30T20:39:26-03:00Marta Faccomartafacco@gmail.com2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18260Desbravamentos2020-08-30T20:39:30-03:00Marcelo Fortemarcelo.forte84@yahoo.com.br<p>Em 2016 foi iniciado um projeto chamado “Desbravamentos” que contava com explorações em lugares abandonados do interior de Portugal. O projeto ganhou este nome em razão do difícil acesso a determinados espaços, ora pela vegetação que criava barreiras, ora pelo estado de ruína. Foram explorados hotéis, casas, fábricas, escolas e mosteiros durante dois anos. A memória presente nos lugares e o desgaste do tempo conduziram e seguem a conduzir os trabalhos artísticos, oportunizando a produção de assemblages, colagens, pinturas, desenhos, bordados e fotografias. Para este ensaio visual, o recorte foi feito a partir de fotografias de algumas das casas acessadas durante o período de desbravamentos.</p><p> </p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18248LIVRO ARTE: RESTITUIR MEMÓRIAS SÉCULO XX-XXI2020-08-30T20:39:30-03:00Antonio José dos Santos Juniorantoniojunior_jr@hotmail.comEssa série de imagens, faz parte de uma investigação realizada entre 2013-2017, partindo de apropriações de fotografias de arquivos pessoais e familiares, conhecidos e mesmo desconhecidos. Trata-se de entrar no universo pessoal e visual proposto pelas fotografias, no seu cotidiano e intimidade, atuando de modo dialogante e interativo com essas mesmas histórias, reconstruindo e construindo outras memórias. Nesse sentido, para além dos personagens, os objetos e os lugares também fazem parte da construção da memória individual, sendo importante identificar e registrar tudo o que se move ao seu redor e desta forma contribuir para que essa narrativa da memória ganhe força. A identificação do público com objetos, ambientações e as poses estáticas levam os mesmos a uma aproximação do universo da memória fazendo referência a vivências pessoais, culturais e nostálgicas. Experimentações realizadas em xilogravura, litografia, gravura em metal e pinturas a óleo, origina uma descoberta de um território. Um livro arte, criado a partir de novas fotografias concebidas desses trabalhos... gentes e cenas que despertam novas leituras e, acentuam a intenção dialogante entre o que se conhece e, principalmente com o que, sendo desconhecido, parece muito familiar.<br /><br /><p>Palavras-chave: Restituir, Processo Criativo, Memórias, Livro Arte.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18110Narrativas pictóricas em pausa: entrevista com a Artista Professora Fátima Junqueira2020-08-30T20:39:31-03:00Marta Faccomartafacco@gmail.com<p>Esta entrevista tem por objetivo trazer questões referentes ao processo criativo em pintura da artista e professora Fátima Junqueira, questões essas que permeiam as construções pictóricas da artista e sua atuação como professora de pintura na Escola de Música e Belas Artes da Universidade Estadual do Paraná. Busca-se apresentar procedimentos, documentos de trabalho e relações pertinentes ao ensino da pintura na universidade como forma de aproximar arte e vida, prática artística e prática docente.<strong></strong></p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18531Expediente2020-08-30T20:39:26-03:00Marta Faccomartafacco@gmail.com2020-08-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18406Um campo para a criação: o desenvolvimento poético através do diário de pesquisa do pintor em formação2020-08-30T20:39:26-03:00Martha Werneckmartha.werneck@gmail.comLícius Bossolanliciusbossolan@gmail.comO artigo versa sobre o que tomamos por poética, tratando da importância do entendimento desse conceito para o ensino e metodologia aplicados em disciplinas práticas de ateliê, no Ciclo Básico do Curso de Graduação em Pintura da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O termo, que abarca tantas possíveis questões no universo das artes, é fundamental para aprofundar o trabalho de um estudante cuja formação é de um artista pesquisador em pintura. O artista é agente que pensa, propõe e transforma sua cultura e sociedade através de uma linguagem e justamente por isso é importante a consciência de seu campo poético, pois é ele que impulsiona a pesquisa, o ato criativo e a expressão. A poética que um estudante de pintura gesta e desenvolve funciona como principal catalisador de sua produção, norteando o processo criativo, a imaginação e a intuição. Além de tratar desse conceito, apresentaremos aqui a metodologia de ensino aplicada às turmas de segundo e terceiro períodos da graduação em Pintura. Esta propõe, através da elaboração de um corpo de imagens e de documentos de artista dos mais variados tipos, a organização do pensamento criativo em diários de pesquisa, também chamados <em>sketchbooks</em>. Esses suportes são como receptáculos que fomentam simultaneamente aprendizado, pesquisa e criação de estudantes iniciados nessa complexa, rica e ancestral linguagem: a pintura.2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17868O Encantado: mediações e diálogos da cultura no processo de criação de Attílio Colnago2020-08-30T20:39:26-03:00Aparecido José Cirillojosecirillo@hotmail.com<p>Este texto trata de aspectos compartilhados do processo criador de Attilio Colnago, em especial para a mostra “O Encantado” (2014). O foco central está nas mediações entre a mente criadora e a cultura que a envolve e que se materializa como imagem geradora. A partir dos pressupostos dos estudos atuais do processo criativo, buscamos evidenciar alguns aspectos da estrutura rizomática que envolve o gesto criador. O texto procura inferir uma análise de um processo criativo que se constitui como uma linguagem de natureza dialógica que revela a dimensão transcultural e transtemporal do discurso artístico de Colnago.</p><p>Inferimos que a interlocução estética desse artista, nesta mostra, reopera o vivido a partir de matrizes culturais e conceituais impressas na sua memória e na do público, o que pode ser evidenciado contextos amplos, extra mostra, compartilhados por meio de recursos tecnológicos contemporâneos como o QR Codes. Com isto, busca-se acionar a rede de relações semióticas que nos aproxima das artimanhas dessa mente criadora e dos modos de recepção do público.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18334Sala de aula - ateliê - galeria: A experiência com pintura na formação de professores-artistas2020-08-30T20:39:27-03:00Ricardo de Pellegrinricardoppgart@gmail.comAna Paula de Oliveira Cunicoana.cunico@unochapeco.edu.brBruna Nátali da Rosabrunarosa@unochapeco.edu.br<span id="docs-internal-guid-fed1ddb0-7fff-dd15-cd0f-f3e4205ef6a1"><span>A experiência é um dos fatores determinantes na obtenção de novos conhecimentos. O emprego do processo poético como estratégia de ensino proporciona experiências de aprendizagem significativas e transformadoras, que rompem com a dicotomia entre a teoria e a prática. O presente texto apresenta os resultados de um estudo que utilizou como campo de investigação o componente curricular Pintura, do curso de Licenciatura em Artes Visuais, que foi realizado no ateliê de pintura da Unochapecó, no decorrer do primeiro semestre de 2019. As dinâmicas de ensino utilizadas revelaram um alargamento das funcionalidades do ateliê, percebido como espaço de ensino, produção e exibição, evidenciando sua relevância na formação de professores-artistas. Neste sentido, o ateliê foi vivenciado e analisado como espaço de experiências de ensino, sendo marcado pelo protagonismo do estudante, baseado-se no desenvolvimento de competências e não na transmissão de conteúdos.</span></span>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18418Desenhos do desenhar: pesquisa e práticas de Stephen Farthing2020-08-30T20:39:27-03:00Anelise Zimmermannanelise.zimmermann@gmail.comStephen Farthinganelise.zimmermann@gmail.com<p class="ResumoApotheke">Este artigo tem como objetivo apresentar um panorama dos estudos em desenho realizados por Stephen Farthing, artista e pesquisador. Esses estudos incluem definições e taxonomias para o desenho, elaborados com o propósito de ampliar a compreensão de sua prática e ensino, estendendo-se para além do território das artes. Farthing utiliza o próprio desenho como meio de investigação. O levantamento desses estudos foi realizado por Zimmermann (2016) durante o doutorado sanduíche na <em>University of the Arts London</em>, período no qual teve a supervisão de Farthing, com acesso a seu acervo de desenhos e publicações e a realização de entrevistas gravadas<a title="" href="file:///C:/Users/mistertr/Desktop/ARTIGOS%20SESS%C3%83O%20TEM%C3%81TICA%20PROCESSOS%20DE%20CRIA%C3%87%C3%83O/Artigo_Desenho_Anelise%20Zimmermannn_Stephen%20Farthing-%20completo%201.docx#_ftn1">[1]</a>. Por fim, esses estudos tanto representam o percurso de pesquisa de Farthing, como também demostram a interdisciplinaridade do desenho como um conhecimento que transita entre áreas, um meio de investigação e uma função intelectual com territórios ainda a serem explorados.</p><div><br clear="all" /><hr align="left" size="1" width="33%" /><div><p class="RodapApotheke"><a title="" href="file:///C:/Users/mistertr/Desktop/ARTIGOS%20SESS%C3%83O%20TEM%C3%81TICA%20PROCESSOS%20DE%20CRIA%C3%87%C3%83O/Artigo_Desenho_Anelise%20Zimmermannn_Stephen%20Farthing-%20completo%201.docx#_ftnref1">[1]</a> Parte dessas entrevistas compõem o filme <em>A pesquisa em desenho</em>, um dos episódios da série <em>O desenho conectando conhecimentos</em>, produzidos por Zimmermann (2018).</p></div></div>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17355Processos de criação de arte educadores/as: a elaboração de recursos didáticos-brinquedos para que bebês aprendam (com) arte2020-08-30T20:39:27-03:00Regina Ridão Ridão Ribeiro dePaulareginaridao@gmail.comJoão Paulo Paulo Balisceijpbaliscei@uem.br<p><strong>RESUMO: </strong>Nesta reflexão, temos como objetivo refletir sobre o processo de criação de arte educadores/as na elaboração de recursos didáticos-brinquedos - artefatos que contribuem para que bebês brinquem e aprendam (com) Arte. Os pressupostos teórico-metodológicos que orientaram esta pesquisa e os processos de criação que ela envolveu têm relações com os Estudos da Cultura Visual. Como resultado, descrevemos a experiência que vivenciamos no Estágio Supervisionado em Artes Visuais, com uma turma de bebês da Educação Infantil e comentamos sobre os recursos didáticos-brinquedos criados por nós. Também compartilhamos três critérios para incentivar docentes na criação de seus próprios recursos didáticos-brinquedos argumentando sobre as potências que a atuação de profissionais com formação específica em Artes Visuais pode acarretar para a Educação Infantil.</p>2020-08-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17366Criação e reprodução no ensino de artes visuais: análise de paradigmas teórico-metodológicos2020-08-30T20:39:27-03:00Vinícius Steinvstein@uem.brMarta Chavesmchaves@wnet.com.brO texto apresenta o resultado de uma pesquisa teórica, com delineamento bibliográfico, cujo objetivo foi analisar as concepções sobre os processos de criação vinculados a dois paradigmas teórico-metodológicos consolidados para o ensino de artes visuais: a mimese e a autoexpressão. Expõe aspectos históricos que propiciaram o desenvolvimento de ambos os paradigmas, bem como os artistas que contribuíram com sua legitimação e os impactos para o ensino de arte na educação escolar brasileira. Expressa os limites e potencialidades das abordagens mediante análise em uma lógica dialética. Conclui que desenvolver processos de criação em artes visuais na educação básica implica possibilitar a apropriação de conhecimentos e habilidades desenvolvidos historicamente, pois a reprodução, no âmbito individual, daquilo que fora criado e é compartilhado socialmente, representa a formação da base que possibilitará o desenvolvimento de novas criações.2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17545CRIAÇÃO: descobrindo um percurso hibrido2020-08-30T20:39:28-03:00Deni Diasdeny.jaba@bol.com.br<p>A pesquisa desenvolveu-se a partir do uso do corpo em vivências lúdicas em diálogo com a produção plástica do artista propositor, integrando uma poética pessoal e uma vivência pedagógica em Artes Visuais. Os trabalhos produzidos durante esse processo provocaram uma inquietação que instigaram a pesquisa sobre: criação artística, corpo como suporte, experiência estética, exploração de materiais e produção coletiva. Na linha pedagógica a intenção foi criar estratégias que levassem os participantes a explorarem o universo da arte, ampliando seu conhecimento artístico através do Método P.E.R.A, Yoshiura (1982). Na linha artística havia a busca de uma singularidade poética que de maneira muito sutil já trazia a união de técnicas e suportes, configurando-se como uma Hibridação Interformativa, Valente (2008), desse processo resultaram as séries Desplante e Azuis.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17756“Efemeridades e Persistências”: exposição e ações educativas em uma escola de educação formal2020-08-30T20:39:28-03:00Juliana Rossi Gonçalvesjulirossi@gmail.comTaiza Mara Rauen Moraesmoraes.taiza@gmail.com<p>O artigo aborda as proposições e ações educativas realizadas na exposição “Efemeridades e Persistências”, cujo tema foi lançado na disciplina “Ação Educativa em Espaços Culturais”, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Projeto de arte contemporânea realizado no “Espaço Estético” do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Florianópolis/SC, no ano de 2018, integrou discentes que são professoras/educadoras de núcleos pedagógicos de universidades, institutos, escolas e instituições culturais. Bem como, desvelou desafios em decorrência de dois fatores: desenvolvimento de uma proposta expositiva em espaço escolar de educação formal articulado a uma mediação cultural para um público específico. </p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18325Como trazer para a escrita os processos criativos da pesquisa?2020-08-30T20:39:28-03:00Camila Serino Liacamilalia2008@gmail.comCamila Feltrecafeltre@gmail.comPatrícia Marchesoni Quilicimq.patricia@gmail.com<p dir="ltr"><span>Escrito por três pesquisadoras que em comum partilham estudos sobre processos de criação no </span><span>entrelaçamento com a arte, a educação e a pesquisa, esse artigo apresenta conceitos sobre crítica genética elaborados pela professora Cecília Almeida Salles e três narrativas complementares, de cada uma das autoras, sobre processos de criação com a palavra no âmbito dos percursos de suas pesquisas em construção. Na tessitura de palavras lidas, ditas, sussurradas, colhidas, rascunhadas, desenhadas e escritas em suportes como diários de campo, cadernos de desenhos, pequenos papéis coloridos e murais, materializam-se os pensamentos, reflexões, desejos, inquietações e descobertas que, gradualmente, ganham corpo em forma de texto. Ao tecer aproximações entre o ato de criação e o ato de pesquisar, as autoras convidam a reflexão de uma inquietação comum: </span><span>Como trazer para a escrita os processos criativos da pesquisa?</span></p><div><span><br /></span></div>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17920Fora da Capital – Oficina de documentários em vídeo digital2020-08-30T20:39:28-03:00Lucas Rossi Gervillalucas.gervilla@unesp.br<p>Documentários sempre estiveram no centro das discussões cinematográficas, seja pelas suas semelhanças e/ou diferenças com a ficção, liberdade estética ou vanguardismo. Atualmente, a tecnologia digital permite que documentários sejam produzidos e distribuídos em curtíssimos intervalos de tempo. Esses fatores têm gerado um número crescente de interessados na produção documental. A partir desse interesse foi criada, pelo próprio autor, a oficina Documentários em Vídeo Digital, cujo o principal objetivo é compartilhar com os participantes ferramentas para que estes possam contar suas próprias histórias. O artigo trata dos processos de criação, metodologia e desenvolvimento da atividade em mais de 40 cidades do estado de São Paulo; e aborda o processo de realização do documentário longa-metragem Fora da Capital, resultante das oficinas. Também é apresentada uma breve retrospectiva histórica do documentário, o constante processo de evolução da sua linguagem e seus atuais desdobramentos.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/17994Foto-ensaios de uma investigação sobre a formação docente em artes visuais2020-08-30T20:39:29-03:00Carla Juliana Galvão Alvescarlagalvao@uel.brNatally Thayna dos Santosnatally.thayna@uel.br<p align="center">Este trabalho apresenta nossas reflexões e percepções a respeito dos processos identitários e de formação do professor de Artes Visuais por meio de foto-ensaios. Insere-se no contexto de um projeto de pesquisa que optou pela Pesquisa Educacional Baseada em Arte (PEBA) como referencial metodológico (HERNÁNDEZ, MARTINS, DIAS) e, no caso deste artigo, põe foco nas contribuições da fotografia como estratégia e instrumento de pesquisa qualitativa (VIADEL, ROLDAN). Espera-se contribuir a novas reflexões com as discussões a respeito de metodologias mais adequadas às questões contemporâneas que surgem nas áreas de arte e educação. Não são nem pretendem ser conclusivas, mas intentam ampliar o diálogo sobre formação do professor de Artes Visuais, de forma colaborativa entre estudantes e professores, pesquisadores e participantes. </p><p> </p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18331O processo criativo de um livro ilustrado: uma experiência em artes visuais2020-08-30T20:39:29-03:00Maria Clara de Oliveira Pachecoquilarap@gmail.comArlete dos Santos Petryarletepetry@gmail.comLivros ilustrados são produções culturais que associam, em um mesmo suporte, a linguagem visual e a linguagem escrita. A ilustração pretende sugerir novas leituras e interpretações a partir daquilo que o leitor está vendo, instigando a imaginação. Visando entender essa relação entre texto e imagem, é apresentado um recorte sobre o que deve fazer uma ilustração, qual o seu papel no livro ilustrado e o que é necessário a ela. A literatura destinada ao público infantil é outro ponto abordado nesta pesquisa em arte, bem como a organização da disposição dos elementos no processo de diagramação. O foco do trabalho está no processo de criação do livro ilustrado A Galinha Branca, levando em consideração como ele foi pensado, executado e registrado. Sendo assim, o estudo teórico acerca dos tópicos abordados vem como resposta às experiências práticas vivenciadas, dissolvendo as fronteiras desses dois aspectos da pesquisa.2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18337Corpocinetismo: relações entre a representação do corpo humano e esculturas cinéticas2020-08-30T20:39:29-03:00Brenda Gomes Bazantebrendabazante@live.com<p class="Normal tm5"><span class="tm6">Este artigo apresenta aspectos relativos à arte que se move, ou que apenas sugeriu o movimento, e à representação da corporalidade humana por meio da Arte Cinética. Ao juntar estes dois campos de investigação estou elaborando o conceito de Corpocinetismo. Termo que dará conta de exemplificar esculturas móveis, móbiles ou instalações que contenham silhuetas de corpos movendo-se ao sabor do vento, da interação com o espectador ou com qualquer outra força motriz utilizada no cinetismo. Para alcançar este objetivo examinei a produção de artistas que desenvolveram pesquisas e obras envolvendo mobilidade e representação do corpo humano na Arte Cinética e em outros movimentos a partir do século XIX, consequentemente encontrando referências para o processo criativo elaborado na pesquisa “Cadê as Travas Transcorpocinéticas?” em desenvolvimento no Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB. Além disso, pretendo com este texto contribuir para a ampliação do conceito de cinetismo levando em conta o que diz Hans Belting e a produção de artistas da cultura popular brasileira, trazendo obras dos Mestres</span><span class="tm6">Miró dos Bonecos, Saúba e Otávio, referências quando se trata de bonecos e brinquedos populares móveis</span><span class="tm7">.</span><span class="tm6"> A revisão de literatura será adotada como metodologia e autores como Argan, Archer, Krauss e Gombrich me conduziram na História da Arte e Ostrower e Valente em Criatividade. Por fim apresento alguns esboços e estudos ligados ao processo criativo em progresso no referido programa e finalizo considerando que a fruição, das obras de artistas clássicos e de artistas da cultura popular contribuíram para aguçar minha imaginação, assim como as ideias e experiências apresentadas sobre processos criativos estimularam a incorporação tanto do aprendizado obtido na minha trajetória criadora como do meu próprio estilo/personalidade na confecção de futuras obras.</span></p><p class="Normal"> </p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18282Lugar de Memória e Arte: Rastros de uma escola2020-08-30T20:39:30-03:00Francione Oliveira Carvalhofrancioneoliveiracarvalho@gmail.comAna Beatriz Marques Pennaana.penna@design.ufjf.brVitor Fernando de Barros Sant'Anavitor.barros@design.ufjf.br<p>Este texto parte das provocações de Fischer, Loponte (2020) a respeito dos modos de habitar a escola, e no convite que fazem para olharmos para a escola pelo que é possível de inventar e criar nela. Dentro deste contexto tece diálogo com autores como Masschelein, Simons; Helguera; Bosi; Vergara; Irwin, para refletir sobre <em>Lugar de Memória e Arte</em>, projeto vinculado ao PIBID da UFJF que propôs uma série de proposições de fruição e criação artística com estudantes do segundo ciclo do Ensino Fundamental de uma escola pública da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, e promoveu trocas de experiências entre esses estudantes e artistas convidados, o que possibilitou habitar um museu com obras criadas na escola pelos participantes dos encontros, revelando com isso, uma escola que inventa e que ocupa espaços. </p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18316Processos de Criação em Anne Sauvagnargues2020-08-30T20:39:30-03:00Édio Raniere da Silvaedioraniere@gmail.comAndressa Silveira da Silvaandressa.silveira@hotmail.com<p>O presente artigo busca problematizar os processos de criação a partir da obra de Anne Sauvagnargues. Para isso apresenta uma introdução sobre a concepção elaborada por esta artista e filósofa tendo como objeto de análise três de suas pinturas: “Station Saint Michel”, “Viva Italia!” e “Arrêt à Marseille”. A partir dessa exposição inicial desenvolve-se, então, uma aproximação com o conceito de bloqueio - visto que para a autora <em>é o bloqueio quem cria</em> - e com a noção de subtração - visto que para Sauvagnargues <em>a criação é sempre subtrativa</em>. A hipótese defendida pelo ensaio é de que haja uma teoria da criação em Anne Sauvagnargues que ao mesmo tempo se relaciona com a ideia de bloqueio - a qual seria distinta de uma determinada compreensão do conceito de resistência em Gilles Deleuze: <em>criar é resistir</em> - e com a subtração enquanto invalidação de uma lei naturalizada. Naturalização, que por sua vez, impede a percepção de que a defesa de sistemas coerentes são sempre imposições de uma leitura em específico. Nesse sentido a aposta do trabalho é de que obra de Anne Sauvagnargues, ainda pouco traduzida no Brasil, tenha contribuições importantes para cartografias cuja intenção passe pelo mapeamento de relações que envolvem os processos de criação e os processos de subjetivação.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18320Escultura de Morar2020-08-30T20:39:31-03:00Milton Machadomiltonmachado@terra.com.br<p>Memórias e anotações sobre a experiência do autor como professor da cadeira de Projeto 1, para estudantes de primeiro período do curso de arquitetura do Centro de Arquitetura e Artes da Universidade Santa Úrsula, Rio de Janeiro. Atuando como professor das cadeiras de Plástica 1, 2 e 3 (Departamento de Análise e Representação da Forma) de 1979 a 1994, em 1993 o autor aceitou o convite – e o desafio – de elaborar um novo programa para a disciplina de Projeto 1, com resultados inesperados, surpreendentes, de altíssima qualidade, em se tratando de trabalhos de futuros arquitetos iniciantes. Referências a pesquisas de artistas e arquitetos precursores, tais como Kazimir Malevich e Buckminster Fuller.</p>2020-08-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKEhttps://www.revistas.udesc.br:443/index.php/apotheke/article/view/18068Proyecto “Topiarius” y el tejido como reinvención de sí.2020-08-30T20:39:31-03:00Vanessa Freitagfreitag.vane@gmail.com<p>O Projeto Topiarius é uma pesquisa artística que desenvolvo dentro da linguagem têxtil contemporânea. Busca pensar o trabalho manual/artesanal como formas de reinvençao de si. Neste texto, me interessa “fiar” as etapas do meu proceso criativo com esta linguagem, sendo portanto, um caminho para costurar, tecer e crochetar um terceiro espaço – o do jardim- e todas as criaturas possíveis dentro dele.</p>2020-09-14T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 REVISTA APOTHEKE