Rafael BQueer: a “cor neon” como lugar de passagem, a potência que hackeia o caos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/27644669030520230801

Palavras-chave:

entrevista, Rafael BQueer, performance, arte drag, figurino, LGBTQIAP , LGBT

Resumo

Multiartista que representa a diversidade da cena cultural lgbtqiap+, Rafael BQueer, natural de Belém, no Pará, é um nome importante para o pensamento brasileiro contemporâneo da arte Drag e de uma forma de performance que se utiliza da confecção e do uso de figurinos provocativos e desestabilizadores. Tendo participado de mostras em espaços institucionais como o MASP e o MAR e realizado residências artísticas em Nova York e Salvador, BQueer transita, com muita plasticidade, entre as artes visuais, o cinema, a fotografia, o carnaval e demais linguagens artísticas, levantando debates que giram ao redor de conceitos como gênero, sexualidade, interseccionalidade, decolonialidade, afrofuturismo. Em entrevista para a revista A Luz em Cena, BQueer reflete acerca da sua trajetória artística, da sua “corpa” política dissidente e disruptiva, da sua vivência enquanto “bicha preta amazônida”, no contexto do hoje, enfatizando, para tal, a construção de vestes que expressam a “desuniformização” dos pensamentos e das práticas corporais.

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Biografia do Autor

Leonardo Augusto Bora, Federal University of Rio de Janeiro

Professor adjunto de Fundamentos da Cultura Literária Brasileira do departamento de Ciência da Literatura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutor e mestre em Teoria Literária pela mesma instituição. Desenvolve pesquisas acerca dos conceitos de utopia, antropofagia, carnavalização, corpo e direitos humanos. Como carnavalesco, assinou, juntamente com Gabriel Haddad, os projetos do GRES Acadêmicos do Grande Rio de 2020, 2022 e 2023.

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Publicado

2023-06-30

Como Citar

BORA, Leonardo Augusto. Rafael BQueer: a “cor neon” como lugar de passagem, a potência que hackeia o caos. A Luz em Cena: Revista de Pedagogias e Poéticas Cenográficas, Florianópolis, v. 3, n. 5, p. 1–22, 2023. DOI: 10.5965/27644669030520230801. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/aluzemcena/article/view/24016. Acesso em: 16 abr. 2024.