Do corpo feminino em performance: exceder-se para não asfixiar

Alessandra Montagner

Resumo


Este artigo busca construir inter-relações entre as noções de excesso e asfixia no campo das performances feministas para explicitar estratégias performáticas que buscam contestar as supressões do corpo feminino por estruturas sociais e pelo patriarcado. O texto analisa estratégias performáticas de abjeção, que constituem o corpo feminino em tabu. Nessa empreitada, as teorias de Rebecca Schneider, Amelia Jones e Georges Bataille, entre outros, são implementadas como instrumentos de viabilização de possíveis entrelaçamentos entre as noções de excesso e asfixia.

 


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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573102352019311

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