Em torno das traduções pirandellianas de Seis personagens em Portugal e no Brasil

Sebastiana Fadda

Resumo


O artigo debruça-se sobre as traduções portuguesas e brasileiras de Sei personaggi in cerca d’autore, uma das peças mais discutidas quando da sua estreia, ocorrida no Teatro Alfieri de Turim em 1921, e que mudaria a história do teatro ocidental do século XX. Estudiosos, crítica e público assistiram à quebra das convenções dramáticas (inclusive mimese e palco da ilusão), ao esbatimento da autoridade (do “autor”, “diretor”, “ator”, “agente” e “agido”), à presença difusa do relativismo e da fragmentação do eu (do “ser”, “pessoa”, “persona” e “personagem”). A projeção internacional, com traduções e representações noutras línguas e países, foi imediata. No entanto, as versões em português depararam-se com as contingências e problemas de censura, tendo de esperar cerca de trinta anos (no Brasil) e quase quarenta (em Portugal) antes de serem levadas à cena. Este estudo de caso reflete sobre algumas consequências, opções e estratégias tradutórias que emergem da análise dos textos traduzidos.

 


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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573102352019193



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