Pontos e práticas: manifestos. Nostalgias futuras

Richard Schechner, Tradutora: Beatriz Ângela Vieira Cabral (Biange)

Resumo


Os manifestos foram escritos tradicionalmente com a intenção de dar forma às ideias a ações políticas. Sua origem remonta ao Manifesto Comunista (1848) de Marx e Engles, um tratado e um chamado às armas. Meio século após, os direitos ‘universais’ das revoluções americana e francesa retomaram, embora de forma destorcida, alguns de seus princípios. Estes três foram os modelos para a maior parte dos manifestos escritos por artistas.O grande gesto dos manifestos, e seu sentido de utopia e justiça universal, tem sido realocado, na contemporaneidade, para ações mais locais e pontuais de inclusão artístico-cultural. A morte dos manifestos é ‘o fim da esperança como um gênero’, e hoje é substituído por intervenções performativas que ultrapassam o momento de suas declarações.


Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5965/1414573101162011165


Indexadores


 

 

         

Urdimento – Revista de Estudos em Artes Cênicas - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) - Centro de Artes (CEART) - Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas - (PPGT) – E-ISSN: 2358.6958 - Endereço: Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, Centro de Artes - Av. Madre Benvenuta, 2007, Itacorubi. Florianópolis. SC, Brasil. CEP: 88.035-001 – E-mail: urdimento.ceart@udesc.br - Tel. 3664.8353

Licença Creative Commons

  Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.