v. 1, n. 19 (2018)

Voz e fala no Teatro de Animação

Na percepção da animação teatral, a qualidade da voz e da fala cumpre importante papel e, junto ao movimento e à forma, compõe o tripé elementar para acionar a imaginação da autonomia do objeto. A voz e a fala, como limites a serem transpostos, podem se apresentar como invocação, como estado de permanência no mundo, podendo emanar sentimentos por meio de sua intangibilidade. Mas que voz e que fala são estas, uma vez que o corpo do boneco é um corpo inumano, estranho? Que sons, articulados ou não pelo ator/atriz, podem representar, expressar a ideia desses corpos ficcionados na cena? E também, que consequências a repressão e/ou a supressão da voz e da fala podem provocar no espetáculo?

Nesta edição da revista, provocamos os autores(as) e os leitores(as) a refletirem sobre essas e outras questões.

 

Sumário

Expediente

Corpo Editorial
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000-020

Editorial

Fabiana Lazzari de Oliveira, Paulo Balardim
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021-025

Artigos

Bruno Leone
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026-043
Bruno Leone
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044-060
Cássia Macieira
PDF
061-073
Isabella Irlandini
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074-102
Kathy Foley
PDF
103-118
Kathy Foley
PDF
119-132
Leandro Alves da Silva
PDF
133-146
Patrícia Frenkel
PDF
147-157
Rafael Sol
PDF
158-169
Roberto Douglas Queiroz Gorgati
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170-180
Thomas A. Agrafiotis, Ioanna Papageorgiou
PDF
181-211
Thomas A. Agrafiotis, Ioanna Papageorgiou
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212-240
Zildalte Ramos de Macêdo
PDF
241-258
Chico Simões, Isabella Irlandini
PDF
259-284