Permanência e deriva: o cais de Martinho de Haro

Priscilla Menezes de Faria, Rosangela Miranda Cherem

Resumo


O presente artigo aborda uma série de cinco pinturas de Martinho de Haro produzidas em momentos distintos e figuram a imagem de um mesmo porto localizado na Ilha de Santa Catarina. A questão da série é pensada a partir de uma compreensão do próprio procedimento pictórico como operação de semelhança e repetição, considerando o que há de desviante no gesto do retorno. São feitas relações com obras de Paul Cézanne e Giorgio Morandi, nas quais são pensadas noções operatórias que comparecem em séries destes ar- tistas e reverberam neste recorte da obra de Martinho de Haro.

Palavras-chave


academicismo e modernismo; história da arte; sensibilidade; percepção

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DOI: http://dx.doi.org/10.5965/1808312904062009365



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