Dramaturgia brasileira contemporânea, além da ilusão realista: o exemplo de Grace Passô

Elisza Peressoni Ribeiro, Stephan Arnulf Baumgärtel

Resumo


Pouco se tem discutido sobre a dramaturgia nacional. Se pensarmos nos grandes diretores ou nos grupos de renome no cenário brasileiro da década de 90 nos depararemos ou com montagens de grandes clássicos dirigidas por diretores conhecidos, ou com grupos que trabalham a criação coletiva, seja através de improvisações, seja através de um texto base. Não há em nossa história, depois de Plínio Marcos ou Nelson Rodrigues, grandes dramaturgos brasileiros que tenham dominado o cenário nacional, e tenham tido suas obras montadas repetidamente por diferentes grupos e diretores, em diferentes épocas e em diferentes estados do país. Analisando os escritos do período pode-se afirmar que a dramaturgia brasileira da década de 90 é marcada pela falta de rompimento com a dramaturgia clássica, por manter a estrutura padrão de redação para teatro e por não fugir da escrita para teatro que se encaixa dentro da mímesis tradicional.

Palavras-chave


dramaturgia brasileira

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DOI: https://doi.org/10.5965/1808312904062009027



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